Quimioterapia vermelha e quimioterapia branca podem até ser diferentes, mas têm o mesmo objetivo: eliminar o câncer. Se você é paciente e já fez – ou ainda faz – tratamento com quimioterapia, já deve ter reparado que existem cores diferentes entre as medicações aplicadas: elas podem ser brancas ou vermelhas.
Quanto aos efeitos colaterais, uma das principais diferenças entre a quimioterapia vermelha e a branca é que na vermelha ocorre a fadiga, que é mais forte e mais comum do que na branca. Além disso, na vermelha, nota-se uma coloração avermelhada na urina, quando o medicamento sai do corpo.
A quimioterapia branca é considerada mais branda porque as antraciclinas, compostos da vermelha, são mais ácidas e costumam ser agressivas às veias periféricas, como as da dobra do braço e do dorso da mão.
A quimioterapia pode ser administrada de diferentes formas: pela boca (via oral), pela veia (intravenosa), pelo músculo (intramuscular), abaixo da pele (subcutânea), sobre a pele (tópica) ou no líquido cerebroespinhal (intratecal).
A quimioterapia branca engloba uma série de outros medicamentos, incluindo a ciclofosfamida, os taxanos (docetaxel e paclitaxel), a gencitabina e a vinorelbina. Embora popoularmente difundido, não há especificamente nenhuma correlação entre a cor e a potência das drogas, nem com seus eventos adversos.
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Várias são as abordagens que tratam o câncer sem atacar as células do couro cabeludo, como é o exemplo da hormonoterapia para o câncer de mama e de próstata, imunoterapia para vários casos de tumores avançados, e medicamentos complementares, como os inibidores de osteólise para controle de metástases ósseas.
Os comprimidos em geral ficam por poucos dias (tamoxifeno 7 dias, anastrozol 2 dias, por exemplo). Os que mais costumam demorar, são os chamados anticorpos monoclonais(herceptin, por exemplo), que podem permanecer por até alguns meses.
Quimioterapia vermelha
Este tipo é entendido pelos pacientes como a quimioterapia mais forte, com efeitos colaterais mais intensos. Sua coloração avermelhada se dá por conta dos seus medicamentos, de cor rubi, quando diluídos. São eles a Doxorrubina e Epirrubucina, que podem ser usados isoladamente ou em conjunto.
A primeira linha de quimioterapia é a primeira utilizada no contexto paliativo. Quando ocorre progressão de doença ao tratamento, muda-se a linha de tratamento. Na presença de doença metastática potencialmente ressecável, a quimioterapia pode ser chamada de conversão.
De acordo com Ferrari, medicamentos como doxorrubicina e epirrubicina são os principais causadores da queda dos fios.
A anemia também pode surgir como consequência do tratamento, o que leva à sensação de fraqueza, falta de ar e cansaço. Esse se outros sintomas são bastante comuns de aparecerem após o fim do tratamento. Também são frequentes os relatos de que os exames de sangue, colesterol, e outros apareçam ainda com alterações.
A falta de eficácia ocorre se o tumor crescer ou tornar-se mais infiltrativo durante a neo-adjuvância, algumas vezes até impossibilitando a cirurgia. Por fim, a maioria dos pacientes apresenta-se com doença avançada, recidivada (que voltou) ou metastática (espalhada pelo corpo).
Quimioterapia branca: utiliza uma ampla gama de outros medicamentos como ciclofosfamida, taxanos (Docetaxel e Paclitaxel), gencitabina e vinorelbina.
– junho – laranja – anemia, leucemia; – julho – amarelo – câncer ósseo; – setembro – verde – doação de órgãos.
Conhecida por seus pacientes pela sua coloração avermelhada, a quimioterapia vermelha utiliza medicamentos que atingem naturalmente essa cor após sua diluição. Além dela, a quimioterapia branca, como é chamada a que contém medicamentos transparentes, também é utilizada no tratamento para câncer.
Eles podem ser verde, verde piscina, verde escuro, verde musgo, laranja, azul marinho, azul claro, vermelho, lilás, cinza, branco, preto, amarelo, rosa, roxo ou bege.
Via oral (pela boca): o paciente ingere pela boca o medicamento na forma de comprimidos, cápsulas e líquidos. Pode ser feito em casa. Intravenosa (pela veia): a medicação é aplicada diretamente na veia ou por meio de cateter (um tubo fino colocado na veia), na forma de injeções ou dentro do soro.
Antes de iniciar-se a infusão dos quimioterápicos, é comum administrar-se medicamentos capazes de minimizar os eventuais sintomas da quimioterapia. Uma sessão de quimioterapia pode durar de 2 a 5 horas, sendo que o paciente deve ficar relaxado durante esse período.
A queda de cabelo (alopecia) ocorre porque a quimioterapia afeta principalmente células que se multiplicam com frequência, como as do cabelo. O mais comum é ele começar a cair depois da terceira ou quarta sessão, e pode se soltar aos poucos ou em grandes tufos.
Por exemplo, em alguns casos de câncer de pulmão fazemos seis ciclos de tratamento, com dois medicamentos contra o câncer, a cada 3 semanas, ou seja, 6 ciclos de quimioterapia a cada 21 dias. Este intervalo é importante para que corpo se recupere dos efeitos colaterais do medicamento.
Paliativo. Para tumores em estágio avançado, o objetivo da quimioterapia é melhorar a qualidade de vida e aumentar a sobrevida do paciente, aliviando os sintomas provocados pelo câncer, o que se denomina quimioterapia paliativa.
Outra dúvida frequente é sobre quanto tempo cada medicamento permanece no corpo. Normalmente são intervalos bem curtos. Os medicamentos citotóxicos tendem a permanecer horas ou poucos dias no organismo, enquanto medicamentos como anticorpos possuem prazo mais longo, podendo variar entre dias e meses.
Geralmente, os medicamentos chamados de citotóxicos, que são os que atacam células que se proliferam rapidamente (bastante utilizados no tratamento do câncer), possuem um tempo de duração dos efeitos entre horas e poucos dias. Já no caso dos anticorpos, este tempo é mais longo, variando de muitos dias a meses.
Os principais efeitos colaterais são: queda dos glóbulos brancos e, portanto, redução das defesas contra infecções. Outros efeitos são neuropatia, dores articulares, queda de cabelo, diarreia, náusea e vômito. A maioria desses efeitos é temporária e em geral não requer intervenção medica.
A quimioterapia, como já dissemos, apresenta sintomas e efeitos colaterais mais agressivos, que vão desde enjoo, náuseas e cansaço até a tão temida queda de cabelo, anemias e problemas de fertilidade. Já na radioterapia os efeitos estão mais relacionados com a área que está sendo tratada.
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