- Manter as pás no tórax do cliente e verificar o rítmo cardíaco, se necessário repetir o procedimento sincronizando novamente o aparelho; - Manter o cliente monitorado após a cardioversão por tempo indeterminado, até que a mesma esteja estável; - Manter a unidade em ordem.
Em casos de cardioversão elétrica eletiva, os pacientes devem permanecer em jejum por 6h a 8h. Isso evita a possibilidade de aspiração. É necessário anestesia geral breve ou analgesia IV e sedação. Devem estar presentes equipamento e pessoal para manter as vias respiratórias.
Manter o desfibrilador preparado e próximo ao leito. Monitorizar o paciente. Colocar a vítima em decúbito (deitado) dorsal horizontal em uma superfície plana e dura. Manter a cabeça e o tórax no mesmo plano.
Um cuidado importante no momento da desfibrilação, é checar se o botão de sincronismo está DESATIVADO, pois como em situações de FV/TV não temos o registro de onda R e se o aparelho estiver programado para cardioverter, o choque não será administrado.
O procedimento de cardioversão elétrica – sempre realizado por um profissional habilitado e treinado – consiste em uma descarga elétrica aplicada sob o tórax anterior do paciente, utilizando um cardiodesfibrilador elétrico, afim de reestabelecer o ritmo cardíaco.
26 curiosidades que você vai gostar
A cardioversão sincronizada é indicada para um paciente hemodinamicamente instável com TV, taquicardia supraventricular, flutter atrial ou fibrilação atrial (FA).
A cardioversão elétrica é indicada nas situações de taquiarritmias como a fibrilação atrial (FA), flutter atrial, taquicardia paroxística supraventricular e taquicardias com complexo largo e com pulso.
O passo a passo de como usar o DEAIdentifique a necessidade de socorro. Ao identificar que uma pessoa está tendo uma PCR, inicie a massagem cardíaca. ... Ligue o DEA. ... Posicione os eletrodos. ... Conecte os eletrodos ao DEA. ... Aplique (ou não) o choque.
Se identificadas taquicardia ventricular ou fibrilação ventricular, o paciente deve ser tratado com desfibrilação. Na ocorrência de assistolia ou de atividade elétrica sem pulso (AESP), o paciente não deve receber o choque, baseando-se a terapêutica em manobras de RCP, medicações e correção do fator desencadeante (p.
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