Algumas células envolvidas no processo cicatricial são produzidas localmente e permanecem no tecido conjuntivo, tais como os fibroblastos, fibrócitos, miofibroblastos, mastócitos, plasmócitos e células adiposas; outras tais como os neutrófilos, linfócitos e macrófagos, vêm de outros territórios e podem habitá-lo ...
Os fibroblastos têm origem a partir de células mesenquimais quiescentes, que são ativadas, e produzem os componentes da matriz extracelular. A função principal dessas células é a formação de colágeno, principal proteína estrutural do corpo, sendo responsável pela sustentação e força tênsil da cicatriz.
Na continuidade do processo, ocorrem no tecido lesado a infiltração de células circulantes (neutrófilos e monócitos) e a migração de células das áreas adjacentes como células epiteliais, queratinócitos e fibroblastos.
No processo o nosso organismo faz a reparação dos tecidos. Para isso, ele cria fibras de colágeno, entre outros eventos, que ocorrem de forma complementar. A cicatrização sempre se inicia de baixo para cima e das bordas para o centro.
Mas existem os pontos que são absorvidos pelo próprio corpo e que não necessitam de remoção nos serviços de saúde. Os pontos absorvíveis podem levar até 120 dias para total absorção dependendo do seu material. O médico cirurgião ou dentista deverá orientar se o ponto é absorvível ou se precisa ser retirado.
Quais os tipos de tipos de cicatriz existentes? Atróficas: basicamente elas surgem quando há perda de estruturas que oferecem apoio e firmeza à pele, como de músculo ou gordura. No geral está presente em qualquer tipo de trauma em que se perde tecido, deixando uma espécie de relevo na pele.
Comuns e independem de fatores genéticos; aparecem por conta da perda de estruturas que dão apoio e firmeza à pele, como músculo e gordura, e deixam uma espécie de buraco (relevo) na pele. Cicatrizes que não param de crescer, indo além dos limites iniciais da própria lesão.