Ação do cianeto no organismo: O íon cianeto reage na hemoglobina do sangue fazendo com que esse não transporte oxigênio aos tecidos, por isso é considerado uma substância hematóxica (que intoxica o sangue), acarretando em morte rápida.
O cianeto pode atacar o cérebro e provocar tremores, delírios e alucinações. Também pode provocar parada cardíaca. A vítima desse tipo de envenenamento pode morrer por asfixia ou por falência múltipla de órgãos.
O cianeto tem uma grande afinidade pelo Fe3+, mas não pelo Fe2+. Ele se liga rapidamente ao íon férrico da citocromo c oxidase, impedindo que retorne ao estado ferroso. Isso bloqueia toda a cadeia respiratória e, por conseguinte, bloqueia também a síntese acoplada de ATP.
Na cadeia respiratória, quatro grandes complexos proteicos inseridos na membrana interna da mitocôndria realizam o transporte dos elétrons de NADH e de FADH2 (formados na glicólise e no ciclo de Krebs) ao gás oxigênio, reduzindo-os a NAD+ e FAD, respectivamente.
Alguns dos sintomas que podem indicar que alguém está envenenado e que precisa de ajuda médica são:
Ação do cianeto no organismo: O íon cianeto reage na hemoglobina do sangue fazendo com que esse não transporte oxigênio aos tecidos, por isso é considerado uma substância hematóxica (que intoxica o sangue), acarretando em morte rápida.
O doutor Sérgio explica que o cianeto está presente no corpo humano. Especialmente, em fumantes. Mas que exames feitos dias depois da tragédia indicaram que as vítimas foram intoxicadas com níveis altíssimos da substância. Segundo o médico, os primeiros exames para detectar o cianeto no organismo foram feitos muito tarde.
O cianeto tem uma grande afinidade pelo Fe+3, mas nao pelo Fe+2. Ele se liga rapidamente ao íon férrico da citocromo c oxidase, impedindo que retorne ao estado ferroso. Isso bloqueia toda a cadeia respiratória e, por conseguinte, bloqueia também a síntese acoplada de ATP.
E para neutralizar a ação do cianeto, é necessária uma concentração bem maior. E, isso, o Brasil não produz. A saída foi recorrer ao governo americano, que fez a doação. E no dia 02 de fevereiro de 2013, no sétimo dia após a tragédia, 140 kits do antídoto chegaram ao Rio Grande do Sul.