Quando se passa muito tempo do aquecimento, tanto a junta quanto o cabeçote sofrem danos. O cabeçote pode ter empenado e o motor pode travar. Nesses casos, o cabeçote é retirado e deve ser feita a plaina dele. Caso o dano seja mais interno, o dano pode ser irrecuperável.
Nem sempre é necessário retificar o cabeçote quando o eixo está danificado ou com borra de óleo. É necessário fazer a limpeza com produtos adequados. Porém no caso que uma quebra do eixo é preciso inspecionar criteriosamente o cabeçote, sobretudo os mancais de apoio do eixo de comando de válvulas, quanto a empenamentos e ovalização.
Se você tem um carro, provavelmente já ouviu falar da junta do cabeçote. Para quem ainda não tem conhecimento da peça, ela serve para assegurar a estanqueidade de cada uma das câmaras de combustão, além de ter papel fundamental na continuidade dos circuitos de água de refrigeração do motor e dos circuitos de passagem do óleo lubrificante do motor.
O técnico explica que quando ocorre o superaquecimento do motor e o empenamento do cabeçote, o mesmo é levado para a plaina. Mas o trabalho é realizado apenas na face de assentamento com o bloco não se verifica a sua parte superior. Ou seja, sana-se um problema (superaquecimento), mas não verifica a condição de apoio do eixo de comando de válvula.
As juntas do cabeçote mais antigas eram formadas por papel grosso passado com óleo grafitado. Após certa evolução, a junta do cabeçote foi substituída por uma composição de outras duas folhas de cobre, as quais contavam com amianto no seu interior.
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