Especificamente, uma historiografia identifica pensadores influentes e revela a forma do debate acadêmico sobre um determinado assunto. O principal objetivo de escrever um artigo historiográfico é transmitir a compreensão de outros historiadores sobre um assunto particular, em vez de analisar o próprio assunto.
A historiografia corresponde ao conhecimento histórico produzido num certo período, sobre determinados temas. Esse conhecimento poderá ser científico ou ignorar a crítica documental e os pressupostos para análise.
Fala-se muito em tipos de historiografia que se ajustam de acordo com a ideologia ou a nacionalidade. É o caso, por exemplo, da “historiografia marxista”, “historiografia conservadora”, ou “historiografia brasileira” e “historiografia francesa”, ou inglesa”, entre outras.
Referências às abordagens historiográficas apontam imediatamente para três correntes: o positivismo, o marxismo e a escola dos Annales. Como fruto destas, pode-se citar outros exemplos de possibilidades interpretativas como a historiografia social inglesa e a nova história.
Para Certeau (1982) é a problematização o princípio do historiador, onde a história é a resposta a um problema, nesse sentido, deve-se a todo momento se perguntar, questionar ao longo do texto, essa é a característica indelével ao fazer historiográfico. Esse é um atributo da Nova História Cultural, o questionamento.
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O que é Historiografia:
A historiografia é o estudo de como a história é escrita e como nossa compreensão histórica muda com o tempo. Esse estudo considera as abordagens usadas pelos historiadores e procura entender como e por que suas teorias e interpretações diferem.
A finalidade da História é expressa no processo de produção de conhecimento humano sob a forma de consciência histórica dos sujeitos. É voltada para a interpretação dos sentidos do pensar histórico dos mesmos, por meio da compreensão da provisoriedade deste conhecimento.
Historiografia é o registro escrito da História e também o estudo histórico. Principais correntes da historiografia: - Positivismo: atualmente pouco seguida, privilegia o estudo cronológico dos fatos históricos, sem fazer análises críticas.
Eles pautam seus estudos na experiência do historiador, na sua dimensão social e investigativa, possibilitando novos questionamentos sobre o passado, a partir dos quais têm surgido novos métodos de pesquisa histórica.
No início do século XIX surge a Escola Metódica, positivista, interessada na originalidade de um povo. Sua história possuía uma verdade histórica objetiva, o historiador limitava-se a narrar fatos congelados sem a construção de hipóteses.
A historiografia tradicional, de influência positivista tinha um apego formal ao documento escrito. Talvez essa tradição, que marcou boa parte da produção historiográfica do século XX, tenha deixado uma herança perversa também nos cursos de formação de professores de história das universidades brasileiras.
A historiografia brasileira consiste no conjunto de grandes obras escritas por brasileiros e estrangeiros que trata de pensar a formação do Brasil e do povo brasileiro sob variados pontos de vista.
Por historiografia grega entende-se aquela realizada na Grécia Antiga, do século V a.C. até o século IV d.C., de Heródoto até Zósimo, passando por Tucídides, Posidônio, Políbio, et cétera.
A construção historiográfica é um signo ideológico situado que produz uma nova forma de olhar, contar e escrever o passado, dimensionando a humanidade em uma perspectiva narrativo/argumentativa.
Em linhas gerais, compreendo que uma resenha historiográfica precisa: 1. apresentar um contexto intelectual do autor da obra; 2. expor o(s) ponto(s) de partida teórico-metodológico e/ ou as teses destacadas pelo autor do debate historiográfico no qual ele funda determinados pressupostos argumentativos; 3.
Durante cada coletividade possui uma maneira própria de enxergar a história, o estudo desta disciplina está permeado pelas visões das chamadas correntes historiográficas (positivismo, Marxismo, Escolas dos Annales, Nova História, pós – modernista entre outras).
A história tem uma relação direta com o homem em seu tempo. A história é uma ciência que estuda a vida do homem através do tempo. Ela investiga o que os homens fizeram, pensaram e sentiram enquanto seres sociais. Nesse sentido, o conhecimento histórico ajuda na compreensão do homem enquanto ser que constrói seu tempo.
A Nova História Cultural surgiu na França, com a escola dos Annales (1929 – 1989), cujos líderes Lucien Febvre e Marc Bloch tinham como princípio dialogar com outras ciências, como a psicologia, a antropologia, a sociologia e a geografia.
O autor aponta que a distinção fundamental entre positivismo e historicismo se baseia no fato da existência de perspectivas diferenciadas sobre o Homem: possuidor de uma natureza imutável – positivistas e ser em movimento, pelos historicistas. Isso implicará em uma diferença acentuada de método.
Pode-se chamar de “historiografia” a produção dos historiadores, para diferenciá-la da “história” – entendida como um conjunto de situações e acontecimentos pertencentes a uma época e a uma região – que é o objeto de estudo dos historiadores.
Historiografia é, então, a escrita da história, mas ela não é apenas isso. A historiografia é uma disciplina preocupada com a pesquisa histórica em si; em como fazer a coleta de dados; quais os critérios de escolha dos dados; como analisar; qual orientação teórica utilizar.
História é a ciência que estuda as ações humanas ao longo do tempo. O trabalho do historiador inclui uma análise minuciosa dos documentos que permitem o estudo do passado.
História é uma palavra com origem no antigo termo grego "historie", que significa "conhecimento através da investigação". A História é uma ciência que investiga o passado da humanidade e o seu processo de evolução, tendo como referência um lugar, uma época, um povo ou um indivíduo específico.
Até ao século V aC, a historiografia Grega era cosmogónica e mítica. A história da humanidade estava dividida em cinco idades: Idade de Ouro, Idade de Prata, Idade de Bronze, Idade dos Heróis e Idade de Ferro.
Além desse período considerado como inicial, os historiadores dividem ainda a existência da civilização da Grécia Antiga em mais quatro períodos: Pré-Homérico – do século XX ao século XII a.C.; Homérico – do século XII ao século VIII a.C.; Arcaico – do século VIII ao século VI a.C.; Clássico – do século V ao século IV ...
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