Em lógica, pode-se distinguir três tipos de raciocínio lógico: dedução, indução e abdução. Dada uma premissa, uma conclusão, e uma regra segundo a qual a premissa implica a conclusão, eles podem ser explicados da seguinte forma: Dedução corresponde a determinar a conclusão.
O método dedutivo normalmente se contrasta com o método que utiliza a indução como ferramente principal de análise. Enquanto o método indutivo parte de casos específicos para tentar chegar a uma regra geral, o método dedutivo parte da compreensão da regra geral para chegar a conclusão dos casos específicos.
O raciocínio abdutivo é ampliativo, ele busca a validez assim como a indução e busca a melhor explicação possível assim como a dedução busca a verdade. O interessante é que a Abdução é o único raciocínio que produz a criatividade e a inovação, por ser a única lógica que introduz uma nova ideia.
A indução é o raciocínio que, após considerar um número suficiente de casos particulares, conclui uma verdade geral. A indução, ao contrário da dedução, parte da experiência sensível, dos dados particulares.
A lógica determina três tipos de raciocínio: dedução, indução e abdução.
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Para um raciocínio ser lógico é necessário atender a três princípios: princípio da identidade, princípio do terceiro excluído e o princípio da não contradição.
O raciocínio é um processo lógico que mostra a coerência interna de um discurso. A lógica é um tema da filosofia que valoriza a lógica interna de um raciocínio filosófico, ou seja, mede o critério de verdade e certeza em um discurso.
Nas obras aristotélicas, como Física, Do Céu, Tópicos, Primeiros Analíticos e Analíticos Posteriores, o termo “indução” aparece com o sentido de um raciocínio que parte de uma afirmação particular para uma conclusão universal.
Método indutivo: esse raciocínio vai do menor ao maior ou de uma premissa singular ou particular para outra, geral. Diferente do método dedutivo, onde a conclusão está implícita nas premissas, aqui, sua conclusão vai além desses enunciados. Assim, o método indutivo é mais amplo sendo muito utilizado nas ciências.
A lógica indutiva é aquela em que se parte de alguns exemplos para se formular uma teoria. Por exemplo, se eu nunca vejo um avião caindo, eu concluo que avião não cai. Se um ataque terrorista nunca aconteceu contra as torres gêmeas, eu concluo que é impossível haver um ataque terrorista contra as torres gêmeas.
A indução é um tipo de raciocínio que consiste em afirmar uma verdade generalizada a partir da observação de alguns elementos. Exemplo: “Mário é brasileiro e gosta de futebol, assim como João, Pedro, Henrique, Maria, Joana e outros. Portanto, todo brasileiro gosta de futebol”.
Significado de Abdutivo
adjetivo Refere-se ao que pode ser alvo de abdução; que possui propriedades ou características de abduzir. Etimologia (origem da palavra abdutivo). Do latim abdductus.a.um.
A dedução consiste em se chegar a uma verdade particular e/ou específica a partir de outra mais geral ou abrangente. Portanto, ao incluirmos um fato específico em outro mais geral, estamos raciocinando por dedução, como se vê no exemplo que segue: 1) A é sempre igual a B (fato geral, também chamada de premissa maior);
A dedução é um processo de raciocínio lógico que parte de uma certeza para a interpretação de dados ou fatos (da causa para os efeitos). Já a indução é o processo inverso, parte-se de dados ou fatos semelhantes para a definição de uma certeza comum (dos efeitos para as causas).
O método dedutivo é uma estrutura de pensamento lógico que permite testar a validade de informações já existentes. Ele é utilizado para resolução de problemas de física e matemática, por exemplo, que necessitam da aplicação prática de conceitos ou premissas gerais em situações específicas.
Enquanto a dedução parte do geral para o particular, a indução parte do particular para o geral. A dedução interpreta o mundo "a partir de cima", ou seja, a partir de um sistema de regras já definidas; a indução interpreta o mundo "de baixo", buscando regras.
O raciocínio dedutivo liga afirmações (ou premissas) com conclusões. Se todas as premissas são verdadeiras, com termos claros (não ambíguos), e as regras da lógica dedutiva são seguidas corretamente, então a conclusão é necessariamente verdade.
O falsificacionismo de Karl Popper (1902-1994) defende que a ciência se diferencia da pseudociência ou da superstição, porque hipóteses científicas podem ser falsificadas por meio da observação e de experimentos.
Francis Bacon e o Método Indutivo
Discute a origem das coisas e a natureza da matéria. Bacon afirma que sem conhecimento não existe poder. Seu método indutivo partia da observação dos fatos, através do raciocínio indutivo, ou seja, pela experimentação daquilo que podia ser passível de observação.
Aristóteles quis criar um método mais seguro e desenvolveu o sistema que ficou conhecido como silogismo. Ele consiste de três proposições – duas premissas e uma conclusão que, para ser válida, necessariamente decorre das duas anteriores, sem que haja outra opção.
A Filosofia nasceu na Grécia Antiga, no mesmo período em que surgiram as cidades-estado. Segundo os registros, essa foi a primeira vez em que os homens começaram a tentar explicar o mundo à sua volta de uma forma lógica e racional.
O exercício do filosofar exige, pois, inventariar conceitos e valores; estudar e criticar valores; estudar e reconstruir conceitos e valores, e para que isso ocorra, é preciso olhar não só o dia-a-dia, mas ler e estudar o que disseram os outros pensadores, os outros filósofos.
Raciocínio é também um processo mental, mas pode ser entendido como um subprocesso do pensamento. No entanto, a principal diferença é que, ao contrário do pensamento que pode ser consciente ou um processo inconsciente, o raciocínio é definitivamente um processo consciente.
Dois dos princípios centrais da lógica aristotélica são a lei da não-contradição e a lei do terceiro excluído. A lei da não-contradição diz que nenhuma afirmação pode ser verdadeira e falsa ao mesmo tempo e a lei do terceiro excluído diz que qualquer afirmação da forma *P ou não-P* é verdadeira.
da identidade, da inferência e da não contradição.
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