Seja no trabalho, na escola ou em ocasiões especiais, um bom discurso precisa impactar e ser claro para transmitir uma mensagem. E se engana quem pensa que para construir um bom discurso é preciso usar palavras difíceis e inéditas.
De meados do século XX até os dias de hoje, consolidaram-se três maneiras distintas de empregar o discurso: como demarcação dos campos do saber, seja ele prático ou teórico. É o que queremos dizer, por exemplo, com o discurso do jornalismo, o discurso da física, entre outros.
Neste método o que é influir na emoção e não no raciocínio do ouvinte ou leitor, como modo de impressioná-lo. Segundo a concepção do linguista francês Émile Benveniste, o discurso é a expressão da língua como instrumento de comunicação.
Segundo Foucault, mais importante que o conteúdo dos discursos, é o papel que eles desempenham na ordenação do mundo: um discurso dominante tem o poder de determinar o que é aceito ou não numa sociedade, independentemente da qualidade do que ele legitima. O discurso dominante não está comprometido com uma verdade absoluta e universal.
Por exemplo, a pessoa pode ser apresentada como sendo fantasticamente corajosa, muito esperta, feliz, bem sucedida ou bem relacionada com pessoas famosas. Não deve ser confundida com esquizofrenia, delírios ou outras psicoses no qual o indivíduo efetivamente tem uma visão distorcida da realidade, como no caso de paranoia ou megalomania .
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