O que é a obra Sirius?

Pergunta de Anna Monteiro Maia em 31-05-2022
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O Projeto Sirius se trata de uma obra complexa de infraestrutura científica, que foi planejada para colocar o Brasil na liderança mundial da produção de luz sincroton, sendo o mais brilhante dentro todos os equipamentos da mesma classe de energia.

O que é o projeto Sirius?

O projeto Sirius é a mais nova fonte de luz síncrotron a ser desenvolvida em território brasileiro. As fontes de luz síncrotron são máquinas extremamente sofisticadas que produzem radiação eletromagnética de amplo espectro e alto brilho, compreendendo o infravermelho, ultravioleta e os raios X.


O que é Sirius obra brasileira?

Sirius, a nova fonte de luz síncrotron brasileira, é a maior e mais complexa infraestrutura científica já construída no País. Este equipamento de grande porte usa aceleradores de partículas para produzir um tipo especial de luz, chamada, luz síncrotron.

Quem construiu o Sirius?

O Sirius é o segundo acelerador de partículas brasileiro. O primeiro acelerador de partículas no Brasil, o UVX, também está localizado em Campinas, e que começou em 1985, por iniciativa dos físicos Ricardo Lago e Ricardo Rodrigues.

Quem inaugurou o Sirius?

Presidente Bolsonaro inaugura 1ª estação de pesquisa do Sirius, o acelerador de partículas brasileiro. O presidente da República, Jair Bolsonaro, participou nesta quarta-feira (21), em Campinas (SP), da inauguração da primeira linha de luz sincrotron do Sirius, o acelerador de partículas brasileiro.

Sírius é o complexo científico mais brilhante do mundo


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Quando começou a ser construído o Sirius?

O Sirius começou a ser construído em 2015. Ele substitui o UVX, um gerador de luz síncrotron feito nos anos 1980 que ficava no mesmo câmpus e foi desligado no ano passado. Tinha sido o primeiro acelerador do tipo no Hemisfério Sul e ainda era o único da América Latina, mas estava obsoleto.

Quando foi iniciada a construção do Sirius?

A construção começou em 2015, em meio à explosão da crise econômica nacional. A salvação, segundo Silva, foi a inclusão do Sirius no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a partir de 2016, o que deu ao projeto um status diferenciado dentro da estrutura política e administrativa do governo federal.

Quem financiou o Sirius?

Orçado em R$ 1,8 bilhão, o projeto Sirius é financiado pelo MCTIC. Até agora, cerca de R$ 1,12 bilhão foram repassados para o projeto, sendo R$ 282 milhões em 2018.

Quem criou o acelerador de partículas?

Eles ajudam os cientistas a descobrir quais são os ingredientes básicos na composição de todos os materiais que conhecemos. O primeiro acelerador de partículas foi criado pelo físico britânico Ernest Rutherford em 1911.

Quem trabalha em acelerador de partículas?

Biólogos, físicos e químicos são os profissionais mais beneficiados por essas máquinas. É o caso da pesquisadora Cristiane Rodella, graduada em Física e com pós-graduações em Engenharia de Materiais e Química. Seu conhecimento hoje é empregado na busca por baterias e acumuladores de energia mais eficientes.

Onde foi construído o Sirius?

O nome é uma referência a Sirius, a estrela mais brilhante do céu noturno. O equipamento científico foi construído na cidade de Campinas (SP) e seu formato e dimensão lembra o de um estádio de futebol.

Como é a vida em Sirius?

Fora das áreas urbanas, a tecnologia se funde com a natureza, e respeita-se a vida em todas as suas formas. Os habitantes tem tom azulado, são de maior estatura, e conectam-se a tudo com extrema facilidade.

Onde fica linha de pesquisa do Sirius?

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) inaugurou nesta quarta-feira (21) a primeira linha de pesquisa do Sirius, superlaboratório de luz síncrotron de 4ª geração instalado em Campinas (SP).

Qual o objetivo de um acelerador de partículas?

Trata-se de uma máquina capaz de quebrar os componentes mais ínfimos da matéria, como as partículas elementares do átomo. Por meio de campos magnéticos, o equipamento acelera feixes dessas partículas a velocidades próximas à da luz. Quando um feixe colide com outro, elas se estilhaçam em unidades ainda menores.

Qual a função de um acelerador de partículas?

Acelerador de partículas é uma máquina capaz de acelerar prótons, elétrons ou átomos carregados, confinando-os em feixes estreitos, com velocidades próximas da velocidade da luz, por meio da aplicação de intensos campos elétricos e magnéticos.

Qual a tensão elétrica que alimenta o Sirius?

O Sirius será composto por um acelerador de elétrons com energia de 3 GeV (giga eletron-volts), que terá 518,4 metros de circunferência e poderá comportar até 40 linhas de luz.

Quantos aceleradores de partículas existem no mundo?

O Cern tem a tradição de disseminar o conhecimento mas também de compartilhar a tecnologia. Hoje há mais de 30 mil aceleradores de partículas no mundo, de variados portes, e grande parte de físicos, técnicos e engenheiros tiveram formação no Cern.

Quanto custou o LHC?

Inaugurado em 2008, o LHC (Large Hadron Collider, da sigla em inglês) custou US$ 10,3 bilhões para ser construído. Esse equipamento - gigantesco - tem 27 km de circunferência e está localizado na fronteira da Suíça com a França.

Qual é o maior acelerador de partículas do mundo?

O LHC fica na periferia da cidade de Genebra, na Suíça, sendo formado por um enorme tubo circular com circunferência de 26,7 km e diâmetro de 7 m; é subterrâneo, ficando a cerca de 100 m abaixo do solo.

Qual energia o Sirius consome?

Já o Sirius acelera elétrons próximo à velocidade da luz, numa via na qual todos caminham numa mesma direção sem um trombar no outro, e até uma energia fixa de 3 giga elétron-volt (GeV). O LHC, por sua vez, pode dar energia máxima de 7 mil GeV.

Quanto custou Sirius?

O Projeto Sirius é de 4ª, nem nos EUA eles tem um equipamento desse porte (o CERN tem mas eles são top). O custo é de R$ 1,3 bilhão, as obras devem ser concluídas em 2018.

Como funciona A luz síncrotron?

Sempre que os elétrons são desviados por campos magnéticos e forçados a fazerem uma curva eles emitem radiação eletromagnética. Essa radiação, que possui amplo espectro (desde o infravermelho até os raios X) e alto brilho, é chamada de luz síncrotron.

Onde fica o maior acelerador de partículas do Brasil?

É exatamente isso que está acontecendo em Barão Geraldo, bairro boêmio de Campinas (SP), onde está não apenas a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), mas também o Sirius.

O que pode acontecer se um acelerador de partículas explodir?

“Um buraco negro produzido no LHC não danificaria a Terra ou as pessoas”, diz Michelangelo Mangano, físico do Cern, centro de pesquisa onde o LHC está instalado. Ele, na verdade, não teria nem tamanho suficiente para fazer mal a alguém: mediria apenas 10-16 centímetros, algo milhões de vezes menor que um grão de areia.

Qual a grande vantagem do Sirius em relação a outros aceleradores de mesma categoria?

O Sirius é considerado melhor do que outros aceleradores porque os fótons estão concentrados em uma área menor, o que gera um brilho mais intenso. O novo acelerador brasileiro permitirá extrair feixes muito concentrados dessa luz e realizar imagens mais rapidamente.



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