O cianeto pode atacar o cérebro e provocar tremores, delírios e alucinações. Também pode provocar parada cardíaca. A vítima desse tipo de envenenamento pode morrer por asfixia ou por falência múltipla de órgãos.
O envenenamento grave por cianeto, especialmente durante períodos de fome, está associado com o konzo, uma paralisia irreversível e debilitante e em alguns casos com a morte. Em certas áreas a incidência de neuropatia atáxica tropical e konzo pode chegar aos 3%.
Os efeitos da ingestão de cianeto são muito semelhantes aos efeitos da asfixia. O mecanismo da toxicidade ocorre porque o cianeto impede que as células do corpo usem oxigênio, que todas as células precisam para sobreviver.
E para neutralizar a ação do cianeto, é necessária uma concentração bem maior. E, isso, o Brasil não produz. A saída foi recorrer ao governo americano, que fez a doação. E no dia 02 de fevereiro de 2013, no sétimo dia após a tragédia, 140 kits do antídoto chegaram ao Rio Grande do Sul.
O doutor Sérgio explica que o cianeto está presente no corpo humano. Especialmente, em fumantes. Mas que exames feitos dias depois da tragédia indicaram que as vítimas foram intoxicadas com níveis altíssimos da substância. Segundo o médico, os primeiros exames para detectar o cianeto no organismo foram feitos muito tarde.
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