Com o comando ls -l , podemos verificar a listagem de arquivos com todas as informações de permissões. O primeiro caractere diferencia entre arquivo ou diretório. Quando se trata de um arquivo, é exibido um traço - . Já o diretório é representado por um d minúsculo.
No Linux, conseguimos alterar a permissão de arquivos e diretórios usando um comando próprio para isso, o chmod . Esse comando nos permite alterar as permissões do usuário e grupo dono do arquivo ou diretório e dos demais usuários.
O arquivo que guarda todas as contas disponíveis e respectivas informações de login é o /etc/passwd. Logo, para ter acesso à lista de usuários (e também serviços e programas que utilizam senhas). Vamos testar? No terminal, utilize o comando: sudo cat /etc/passwd.
Exemplo de combinação: Usuário do exemplo: 4+2+1=7Grupo do exemplo: 4+1= 5Público do exemplo: 4+1= 5Usuário + Grupo + Público = 755 esse é o código de permissão de uma possível pasta, isso significa que para esta pasta o usuário pode ler, editar (gravar) e executar, o grupo e o público podem ler e executar.
As permissões comuns para o dono, o grupo e os outros são de 3 tipos:
Para dar permissão ao usuário de root, basta entrar no arquivo "/etc/sudoers" e colocar as informações para o tal usuário.
ping
São exemplos do uso das permissões especiais no Linux: O comando ping precisa de permissões de root (um soquete de rede precisa ser aberto para a transmissão de pacotes ICMP).
Digite o comando abaixo: # less /etc/group => vai até o final da linha, você vera quais os grupos tem no seu servidor e quais usuários façam parte de cada determinado grupo.
Agora que você entendeu como as permissões funcionam, vamos ver como tais permissões são aplicadas a arquivos e pastas. No Linux sempre temos três tipos permissões, que são para o proprietário do arquivo ou diretório (o cara que o criou), para o grupo e para todos. Portanto, temos três combinações de “rwx” divididas em três grupos.
Agora o grupo do arquivo i.jpg também é todoespacoonline. Observação: Sempre que você cria um usuário dentro do Linux, um grupo também será criado com o mesmo nome daquele usuário. Criar usuários no Linux é mais simples ainda, você só precisa digitar: E o sistema irá perguntar algumas informações para você. Veja um exemplo na imagem abaixo:
Essas permissões são divididas em três grupos: O usuário que criou o arquivo (usuário dono), o grupo dono do arquivo (que pode conter vários usuários), e as dos demais usuários que não pertencem ao grupo dono. Essas permissões podem ser de leitura ( r, read), escrita ( w, write) e execução ( x, execute).
Gerenciar usuários no Linux é mais uma das tarefas comuns da administração de sistemas. Normalmente, ambientes de TI corporativos são compostos por servidores, nos quais são gerenciados os arquivos (e respectivas propriedades) e os próprios usuários da rede.
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