Sob o comando do faraó, o Egito tornou-se uma monarquia centralizada formada por súditos subordinados ao poder do monarca. Dessa maneira, os egípcios eram obrigados a trabalhar nas lavouras, construções e obras administradas pelo governo do faraó. A centralização política era, vez após vez, questionada pelos nomarcas.
O Faraó era quem governava o Egito. Ele tinha todos os poderes sobre a sociedade egípcia. Além disso, era reconhecido como um deus. Não existia nenhum tipo de eleição ou processo para a escolha de um faraó, pois o poder era passado de pai para filho.
Resposta: a sociedade egípcia era organizada com base em critérios religiosos e econômicos. O modelo de organização tinha como objetivo trabalhar em função das necessidades do Estado, personificado no faraó.
O Egito Antigo foi formado a partir da mistura de diversos povos, a população era dividida em vários clãs, que se organizavam em comunidades chamadas nomos. ... Por volta de 3500 a.C., os nomos se uniram formando dois reinos: o Baixo Egito, ao Norte e o Alto Egito, ao Sul.
O faraó era a autoridade máxima, considerado como um deus que habitava na terra. Os sacerdotes, os militares e os escribas ganharam, lentamente, importância nesta sociedade. Os artesãos, camponeses e os pequenos comerciantes sustentavam a sociedade egípcia através do seu trabalho e dos impostos que pagavam.
A economia baseava-se na agricultura e na pecuária. Eram cultivados cereais, como a cevada e o trigo, legumes e abundantes árvores frutíferas. Eram criados porcos, cabras, bois e mais tarde cavalos. Com o papiro, que era encontrado nas margens do Nilo, fabricavam-se papel, cordas, cestas, sandálias e esteiras.
A Política do Egito Antigo. A Política do Egito Antigo. O Egito foi uma civilização que floresceu das graças à fertilidade oferecida pelo rio Nilo. Com boas condições de vida, logo foram aparecendo pequenas populações em volta do rio, essas populações foram chamadas de nomos.
Os comerciantes tinham interesse na centralização do poder político, na medida em que esta uniformizaria a moeda, pesos e medidas, poria fim à multiplicidade de barreiras dentro do país e proporcionaria à burguesia condições de expansão externa, concorrendo com os mercadores de outros Estados europeus.
Depois de viver um novo processo de expansão territorial, sob o governo de Ramsés II, o Egito sofreu um novo processo de descentralização por volta de 1100 a.C.. O enfraquecimento militar decorrente da separação territorial possibilitou a invasão dos assírios, em 662 a.C..
Na França, a descentralização e o localismo políticos, existentes durante grande parte da Idade Média, começam a ceder lugar à centralização do poder real, já nos séculos XIII e XIV. Para que este fortalecimento se configurasse plenamente, decorreriam cerca de três séculos.
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