Como reconhecer a displasia no meu pet?
Contudo, é importante compreendermos que existem outros riscos para o aparecimento da displasia em Golden Retriever, como a influência de outros fatores no ambiente em que vivem, desde a obesidade, traumas, esforços excessivos e, principalmente, o convívio prolongado em ambientes com pisos lisos.
Resumidamente, a melhor maneira de se evitar a displasia coxofemoral é não deixando que filhotes façam exercícios que causem impacto, que fiquem obesos, vivam em pisos lisos, passem por algum trauma ósseo na fase do crescimento.
No início da doença, comumente, o único achado é a subluxação da articulação coxofemoral. Um dos critérios empregados pela Federação Cinológica Internacional (FCI) para identificar se o quadril está normal ou com displasia é a medida do ângulo de Norberg, uma medida da folga articular visível na projeção padrão.
Quando há suspeita da displasia coxofemoral canina, o médico-veterinário realiza um exame físico para verificar a sensibilidade da articulação no animal, porém só um raio-X irá confirmar o quadro da doença, identificando também o grau da lesão da articulação.
A displasia coxofemoral em cães é uma condição esquelética muito comum que é causada por uma má formação da articulação do quadril e também por tecidos moles próximos, ou seja, a musculatura, tendões e ligamentos da região. Com isso, a junção entre a bacia e o fêmur não se desenvolve corretamente.
A displasia não tem cura e o tratamento vai depender do estágio da doença e da idade do pet. Seu objetivo consiste em retardar ao máximo o avanço da doença. Para isso, costuma ser necessário promover algumas mudanças no dia a dia do cachorro.
Não deixar o animal em locais com piso liso, onde ele fica escorregando quando corre, evitar que o cão salte grandes alturas, manter a alimentação controlada para que ele permaneça sempre dentro do peso ideal, estimular frequentemente a prática de exercícios sem impacto, e levá-lo ao veterinário no primeiro sinal de ...
Seja qual for o tratamento para displasia, de maneira geral, todos eles envolvem algumas mudanças no estilo de vida do pet, que pode precisar de exercícios físicos supervisionados, suplementação com condroprotetores e alterações na alimentação (para perda de peso) e no ambiente (com pisos antiderrapantes).
Por isso, saber identificar os primeiros sintomas de displasia canina é fundamental para dar início ao tratamento e garantir mais qualidade de vida ao pet. Veja abaixo os principais sinais da doença: Claudicação, isto é, o cachorro começa a mancar; Dor durante palpação da região do quadril;
Já que falamos que a genética é um dos principais fatores associados ao desenvolvimento da displasia, é natural concluir que determinadas raças estejam mais predispostas ao problema. E é verdade.
Embora o fator genético pode ter um papel importante no surgimento da displasia em cachorros, saber mais sobre a doença ajuda a tomar algumas medidas que contribuem para retardar seu desenvolvimento. Assim como reconhecer os primeiros sintomas é importante para atenuar os impactos da displasia desde o início.
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