O índio no romantismo era sempre descrito como um forte guerreiro. José de Alencar foi um dos principais autores indianistas e suas obras servem como um bom exemplo de como os autores desse período enxergavam os índios.
Nesse período, o índio já é visto como herói e isso se deve ao "mito do bom selvagem" de Rousseau que afirma que todos nascem bons e que a sociedade os corrompe. Por valorizar o índio, Basílio da Gama é visto como um precursor do Romantismo. O termo indianismo só passou a ser usado, porém, com o romantismo.
Assim, o índio foi considerado como único e legítimo representante da América. Dessa maneira, o romance brasileiro encontrou no índio a expressão da nacionalidade autêntica, de amor exacerbado à terra e defesa do território. Em sua singularidade, o índio foi usado como símbolo de bravura e honra.
A primeira fase romântica no Brasil foi o indianismo. Na prosa, José de Alencar surge com o "bom cativo" Peri, exemplo de protagonista como herói brasileiro.
Ou seja, genuinamente brasileira e afastada dos moldes europeus. Destarte, os artistas passam a buscar temas nacionais com o intuito de criar uma cultura do próprio país, e a partir disso, o índio foi eleito o nosso “herói nacional”.
Significado de Indianismo Feição própria do Romantismo brasileiro que valorizou e exaltou o índio, aproveitando na literatura tudo que lhe diz respeito: Gonçalves Dias e Alencar cultivaram o indianismo brasileiro.
Os escritores desse período buscaram, em suas obras (romances e poesias), valorizar a figura do índio brasileiro. Principais características do Indianismo: - O índio é apresentado como um herói, que guarda valores humanos especiais (coragem, honestidade, respeito, força, equilíbrio emocional, etc.).
Os escritores indígenas, ao contarem a presença do índio na História brasileira, destacam a presença da cultura indígena e sua influência no passado e no presente e redimensionam quem é lembrado ou esquecido, como cada história se integra à História da nação e contribui para o futuro.
A figura do índio mostra o nacionalismo ufanista que se viu no romantismo brasileiro: era preciso apagar a hereditariedade lusitana, por isso, criou-se um símbolo que se afastasse da lembrança aristocrática. Não só isso, a figura do índio reflete outra característica romântica: o apego ao passado e ao medievalismo.
Hoje, pelas obras literárias indígenas nasce outra História, que documenta e discute a ação e interação dos povos ameríndios no continente. Nas suas narrativas, as comunidades indígenas deixam seu papel estereotipado, de coadjuvante na História do continente, e preenchem vazios que constroem novas e distintas versões sobre seus povos.
Nessa primeira escola literária, vemos uma descrição do índio, às vezes, quase fidedigna (fiel à realidade), outras, contaminadas pelas noções culturais do observador português. Por exemplo, para alguns escritores quinhentistas o índio era bárbaro, cruel, não civilizado.
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