O crime organizado, a seu turno, favorece o crescimento da criminalidade interna e transnacional, estimulando assim, o aumento dos índices de violência e criminalidade nos centros urbanos e nas fronteiras, acarretando por consequência, a diminuição da Soberania Nacional.
Atividades como o jogo ilegal, mercado de contrabando e roubos em larga escala são todas atividades criminosas que requerem grande preparação e cooperação das pessoas envolvidas para que possam se estabelecer; e essa é a principal característica do crime organizado: a cooperação sistemática entre as partes envolvidas.
Hoje, temos organizações criminosas com mando em territórios e, por consequência, conquistaram o controle social: decidem sobre horário de circulação de pessoas, toque de recolher, “tributos de valores agregados”, fechamento de escolas e a garantia constitucional da inviolabilidade do domicílio é letra morta.
6 caminhos para combater o crime organizado
Além de ser um problema social, a violência nos estados brasileiros também é um obstáculo para a economia do país. No comércio varejista, por exemplo, os gastos com segurança cresceram 331% nos últimos 10 anos. O número supera o percentual de aumento de vendas do setor no mesmo período, que foi de 245%.
Os custos indiretos incluem as perdas de salário e produtividade para as vítimas de um crime”. E dá o exemplo dos homicídios, que envolvem mais de 450.000 pessoas por ano, segundo dados da Organização Mundial da Saúde. ... Isso implica 40 anos de salário perdidos para a economia”.
Além dos fatores de ordem social, econômica, institucional e política que são elencados para explicar o fenômeno da criminalidade, deve-se considerar também a influência dos fatores criminógenos sobre esse fenômeno social, como a presença do mercado de drogas.
O crime organizado no Brasil não é um fenômeno que possa ser considerado recente. A sua origem remonta ao final do século XIX e começo do século XX, momento em que surgiu no nordeste brasileiro, o cangaço (OLIVIERI,
O conflito entre as facções que formam o crime organizado envolvem muito dinheiro. Somente o PCC possui cerca de 10 mil homens e movimenta anualmente 200 milhões por ano. Outro agravante dessa guerra é a existência da corrupção dentro de alguns órgãos que deveriam reprimir as ações do crime organizado.
Outro agravante para o desenvolvimento do crime organizado no Brasil é a certeza da impunidade. As brechas da legislação permitem que os líderes mais poderosos não sejam punidos ou escapem com facilidade das condenações. Há ainda outras razões que fazem do Brasil um franco território para o desenvolvimento do crime organizado.
No entanto, podemos observar a existência organizações e grupos que se estabelecem na prática do crime com tamanho preparo e maestria que, em alguns casos, conseguem se passar por organizações legítimas. Esses são os grupos dedicados a atividades criminosas que integram a categoria de “ crime organizado”.
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