Como analista é importante considerar todos os elementos envolvidos nos processos oníricos, pois os sonhos nos levam a acessar o inconsciente do paciente, se valer dessa técnica nos atendimentos psicanalíticos, pode proporcionar que cada vez mais o analista conduza o paciente a consciência da sua vida.
O método psicanalítico de interpretação dos sonhos requer, em primeiro lugar, as associações daquele que sonhou. Esse método investiga os processos pelos quais os pensamentos do sonho se transformaram em conteúdos manifestos do sonho. Metaforicamente, podemos dizer que os sonhos abrem uma janela para o inconsciente.
Para a psicanálise, o sonho é uma das formas de acessar o inconsciente, parte da mente a qual não temos acesso de forma fácil. No livro “A Interpretação dos Sonhos dos Sonhos” Freud afirma que os sonhos são a realização de um desejo.
Abordando Questões de Saúde Mental na Interpretação dos Sonhos. Como o principal objetivo da análise de sonhos é ajudar as pessoas a lidar com os problemas que enfrentam atualmente, elas podem ser usadas para abordar muitos problemas de saúde mental.
Para Freud, o sonho constitui "uma realização (disfarçada) de um desejo (reprimido)". Possui um conteúdo manifesto, que é a experiência consciente durante o sono, e ainda um conteúdo latente, considerado inconsciente.
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A expressão do desejo através do sonho
O desejo se apresenta como fantasias, que podem ou não ser realizadas para satisfazer o sujeito. Assim como afirma Freud, esse desejo pode ser reprimido, pois seus pensamentos serão censurados e deformados pela atividade onírica.
Freud explicou os sonhos como sendo manifestações dos desejos e ansiedades mais profundos, muitas vezes relacionados a memórias ou obsessões reprimidas da infância. Além disso, ele acreditava que praticamente todos os tópicos sobre sonhos, independentemente de seu conteúdo, representavam a liberação da tensão sexual.
Aí entra a função dos sonhos: evitar que o sujeito acorde. Tal como um projetor de cinema, eles realizam essa função projetando imagens na “tela” da psique, isto é, em caráter alucinatório. Ou seja, não são somente as pessoas ditas “loucas” (psicóticas) que têm alucinações.
Freud (1900/1976) vê a interpretação dos sonhos como a via régia para conhecer as leis do inconsciente. O sonho não é equivalente ao inconsciente, contudo sua interpretação possibilita o advir de uma lógica que lhe é própria e que pode ser atribuída a todo falante.
Foram os estudos de Freud que mostraram que os sonhos, na verdade, representam desejos reprimidos, muitas vezes não realizados devido às imposições sociais. Isso porque, quando nós dormimos, a nossa mente relaxa e “abaixa a guarda”; dessa maneira, o inconsciente consegue agir mais livremente sobre o nosso consciente.
Os pensamentos advindos do inconsciente são transformados pelo recurso do simbolismo nos sonhos. O conteúdo do sonho surge carregado de metáforas, residindo aí a forma distinta que o conteúdo manifesto assume com uma inteligibilidade bem distinta do pensamento original.
Freud criou a teoria sobre o trabalho do sonho (distorção no sonho para proteger o sujeito do carácter ameaçador dos seus desejos), em que fala dos mecanismos da condensação e do deslocamento. A condensação é como juntar no sonho parte das vivências do quotidiano com outras censuradas, provocando confusão.
Crie um diário para observar a repetição dos símbolos e analisar os significados. “Ao descobrir os benefícios do sonho, você começa a sonhar mais e mais”, diz o psicoterapeuta Ascânio Jatobá, coordenador do Grupo de Estudos do Sonho (SP). Logo ao acordar, escreva o que viu, sentiu, ouviu…
Interpretar os sonhos é uma forma de amadurecer e evoluir. Autoconhecimento, inspiração, lidar melhor com as emoções, mudar atitudes e comportamentos e até mesmo solucionar problemas são alguns dos benefícios.
A Psicanálise de Freud na interpretação dos sonhos
Como sabemos a psicanálise proporciona a cura pela fala, onde o paciente traz o conteúdo que o incomoda, e em contrapartida, o analista recebe aquele conteúdo e apoia o paciente a elaborá-lo, logo a escuta torna-se central na condução do analista.
A maior contribuição de Freud para o estudo da personalidade residiu no conceito de inconsciente. O objetivo de Freud era explicar os processos inconscientes e criar uma teoria que explicassem os fenômenos advindos destes processos.
A prática clínica levou Freud a se deparar com sofrimentos de mulheres que, ainda que não fossem postos em palavras, representavam no corpo desejos e anseios que iam além de uma vida doméstica e contrariava as imposições de uma sociedade patriarcal, linguagem nada discreta que o fundador da psicanálise aprendeu a ...
Um dos maiores objetivos da Psicanálise é criar um vínculo entre terapeuta e paciente, a fim de compreender os processos reprimidos pelo subconsciente, que geram sintomas como a angústia ou a ansiedade. Todo esse acompanhamento é realizado por meio da interpretação das ações e pensamentos do indivíduo.
Esquecer aquilo que não importa, consolidar memórias relevantes, organizar os arquivos mentais, etc. Também é um exercício mental de criatividade, confrontação de dilemas conscientes e inconscientes, autoconhecimento, etc.
Quando nos conectamos aos nossos sonhos, podemos acessar nossas ideias de maneira mais livre e por isso nossa criatividade flui sem entraves. Algumas vezes podemos até perceber a forma de concretizá-las, de fazê-las tornarem-se reais no mundo concreto.
O sonho integra um complexo fisiológico e se acredita que é importante para a consolidação da memória e a execução de muitas atividades mentais. Em todas as espécies animais, quanto mais jovem o indivíduo, maior tende a ser a quantidade de sono REM e de sonhos.
Quando sonhamos, nosso cérebro tenta resolver os problemas que nos ocupam durante o dia. Dormir pode ser a solução para um problema que não conseguimos resolver. Além disso, um sonho pode ser um reflexo fiel ou, na maioria dos casos, simbólico do que ocupa a nossa mente, de nossos medos e de nossos desejos.
O sonho pode ser entendido como a expressão de uma série de desejos, que encontram nele a única via para a consciência. É por isto também que o sonho será entendido por Freud como a via régia para o inconsciente, uma vez que é sua manifestação mais direta.
Sonhos premonitórios são aqueles que são concretizados na vida real. Você já sonhou com alguma situação e depois ela realmente aconteceu? Então, se você já passou por isso é porque você teve a experiência de um sonho premonitório, que também podem ser chamado de precognitivo.
Tente perceber se está sonhando acordado.
Tente criar o hábito durante uma das ações a seguir: ao ler um pedaço de papel, ao pensar se você está sonhando, ao tentar mexer objetos ou ao ler as horas. Quando o hábito ocorre durante um sonho e não “normalmente”, é sinal de que a pessoa está realmente sonhando.
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