Funk, gênero musical no Brasil que gera polêmicas. Apesar de estar presente na maioria das festas, inclusive no próprio baile funk, ele é alvo de críticas, seja por causa das letras, roupas ou danças.
Questão de vida ou morte. Em alguns casos, o preconceito com a cultura funk coloca em xeque não apenas o convívio social dos artistas, mas sua própria vida. Situações extremas como crimes de ódio e homicídios são comuns no mundo do funk, e refletem a intolerância e a discriminação da sociedade brasileira.
O Funk é um ritmo musical que tem ganhado cada vez mais espaço em todo o Brasil, mas algumas canções contêm um tom pejorativo, com letras que falam sobre violência, sexo e ostentação, e isso tem sido motivo de crítica por parte de algumas pessoas.
Com o funk, é diferente. A interdição é total, apesar de apenas parte das músicas terem palavrões, insinuações sexuais, machismo, referências a drogas e a crimes - o proibidão. Aí está uma primeira possibilidade de abordagem: focar em um dos diversos subgêneros.
Apesar do nome, é diferente do funk originário dos Estados Unidos. ... Isso ocorreu pois, a partir dos anos 1970, começaram a ser realizados bailes da pesada, black, soul, shaft ou funk no Rio de Janeiro. Com o tempo, os DJs foram buscando outros ritmos de música negra, mas o nome original permaneceu.
Para além da sexualização e criminalização a que é reduzido, o funk pode ser uma ferramenta capaz de transformar vidas, mas ainda necessita superar as barreiras da repressão. “Muitas pessoas não consideram o funk como cultura.
Como podemos perceber, o funk em nosso país ainda era predominantemente estadunidense. Mas como ele se tornou o que conhecemos? Fernando Luís Mattos da Matta, conhecido como DJ Marlboro, foi o principal responsável por fazer o gênero se tornar o que é hoje.
Foi a chamada fase de consolidação do funk. Na troca de milênio, o funk também passou por mudanças. Não somente em seu lugar de origem (periferia), agora ele toma conta das casas noturnas, academias e tantos outros lugares frequentados, em sua maioria, pela classe média.
A dança no funk, no geral, é diversificada. Os principais passos são o “passinho do romano”, o “passinho dos maloca” e o “passinho” – clique em cada um caso queira ver um exemplo. Este último, inclusive, foi declarado patrimônio cultural imaterial do Rio de Janeiro, em 2018.
Pois bem. Essas músicas constituem o funk ostentação, também chamado de funk paulista. Ele, ao exaltar o consumismo desenfreado, sugere o desejo da população periférica de “melhorar de vida”, saindo das favelas e adquirindo os produtos que lhes são mostrados nas propagandas e novelas.
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