Os primeiros bondes que chegaram ao Brasil eram puxados por animais e funcionavam da seguinte forma: possuíam rodas preparadas para que rolassem sobre os trilhos de aço e não escapassem quando puxados pelos animais.
Na metade do século XIX, os primeiros bondes eram impulsionados por tração animal. Burros de carga eram utilizados à frente do veículo, que, em média, tinha capacidade para 16 pessoas. Os primeiros bondes começaram a circular em 1859.
Os primeiros transportes a surgirem foram os movidos à força animal, puxados por burros e cavalos. Entre os mais comuns, estavam as carruagens de aluguel, os bondes movidos a burros e os tilburis de aluguel, espécie de pequeno veículo puxado por cavalos com duas rodas e dois assentos.
A ferrovia a vapor chegou de São Paulo no ano de 1872, em 1878 foi criada a Companhia Campineira de Carris de Ferro. No dia 25 de setembro de 1879 começava o serviço de bondes de tração animal (mulas) em Campinas.
Em seus primeiros passos, essa invenção deve-se ao alemão Werner Siemens, o qual, no ano de 1879, apresentou-a na Exposição Industrial de Berlim, vindo a patenteá-la no ano seguinte. As primeiras vias elétricas destinadas à utilização dos bondes foram instaladas no ano de 1890 em Clermont-Ferrand, na França.
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Os primeiros bondes que chegaram ao Brasil eram puxados por animais e funcionavam da seguinte forma: possuíam rodas preparadas para que rolassem sobre os trilhos de aço e não escapassem quando puxados pelos animais.
Tudo começou em 1908, nas festas de comemoração dos 100 anos da abertura dos portos cariocas por Dom João VI. O engenheiro Augusto Ferreira Ramos teve a idéia de construir um “caminho aéreo” entre os morros da Baía de Guanabara para alavancar o turismo no Rio de Janeiro.
O último bonde passou na noite da sexta-feira do dia 24 de maio de 1968 deixando saudades para muitos usuários do eficiente e limpo sistema de transporte. O bonde elétrico funcionou por 56 anos e o sistema de transporte por bondes como um todo perdurou por 89 anos.
Antigamente, quando não existia o motor,que faz funcionar carros, aviões e navios,os meios de transporte eram bem diferentes. Eles eram movidos pela força dos animais, como as carruagens, pela força dos ventos e das águas, como as caravelas, e até mesmo pela força do homem, como acontecia com os escravos.
No início, São Paulo vivia da agricultura de subsistência, da tentativa de implantação em escala da lavoura de cana-de-açúcar e com o sonho da descoberta do ouro e dos metais preciosos.
A domesticação de animais possibilitou que eles fossem utilizados nos transportes de pessoas e de carga. Com a invenção da roda, surgiram as carroças puxadas por animais, como cavalos e bois.
Devido aos protocolos de prevenção à Covid-19, os bondes circulam com lotação máxima de 16 passageiros por vez, metade da capacidade total. O uso de máscara no transporte é obrigatório.
Levantamento da Folha baseado em cinco linhas de bondes que circulavam na cidade em 1901 mostra que a velocidade média destes veículos era de 21,6 km/h -valor obtido fazendo uma média de cinco linhas (veja quadro abaixo).
Capacidade 50 passageiros sentados, 4 rodas, dois controles. Usado para linhas centrais de menor percurso.
No ano de 1800 existia ônibus a vapor, mas o primeiro automóvel surgiu em 1886 criado pelo alemão Karl Benz, o motor feito por ele era por combustão interna, surge o primeiro caminhão. Benz modificou a sua invenção e logo surgiu o ônibus motorizado.
Antigamente, as pessoas que viviam no campo tinham poucas opções de transporte para ir a cidade. Geralmente utilizavam cavalos, carroças ou caminhavam longas distâncias a pé. Hoje, com a popularização das motocicletas, caminhonetes e ônibus mais pessoas podem ir a cidade em menos tempo e com mais conforto.
O automóvel tem sido utilizado como meio de transporte desde o início do século XX. Com a Primeira Guerra Mundial, aumentou significativamente a produção e a diversificação dos tipos de veículos: carros de passeio, caminhões, ônibus, tratores, etc. Inicialmente, o transporte rodoviário complementava o ferroviário.
O Bondinho Pão de Açúcar, primeiro teleférico do país e o terceiro do mundo, completa nesta quarta-feira (27) 109 anos tendo sua história conectada à cidade do Rio de Janeiro desde a fundação, em 1912. Sua construção foi um desafio para a engenharia no início do século.
O Grupo Pão de Açúcar foi fundado em 1948 e tem hoje 603 lojas em todo o Brasil, incluindo as redes Extra, CompreBem, Sendas e Assai.
Em 27 de outubro de 1912 foi inaugurado o trecho inicial, entre a Praia Vermelha e o Morro da Urca. De acordo com dados da época, 577 pessoas subiram ao Morro da Urca e pagaram de dois mil réis para participar das primeiras viagens do “Camarote Carril”, como o bondinho era conhecido.
A vantagem é que os trilhos dos bondes evitavam o balanço, como o das charretes, e também o encalhamento em ruas de terra.
Sendo um meio de transporte barato e fiável, deu uma ajuda ao desenvolvimento econômico e ao crescimento dos subúrbios e um pouco por todo o Mundo as grandes cidades aderiram ao elétrico.
O auge do bondinho foi observado em 1947, quando os trilhos atingiram 73 quilômetros de extensão e o sistema contou com 75 veículos. Porém, a precariedade e obsolescência do sistema fizeram com que o velho bonde fosse aposentado em 1963, substituído por ônibus e carros.
Em 2013, o sistema passou a ser composto por 19 linhas. A partir de 2011, o comprimento total da rota do sistema de bondes alcançou 138,9 km, tornando-se uma das redes maiores da Europa.
Corria o dia 27 de março de 1968 quando uma movimentação pouco usual agitava a capital paulista. O então prefeito municipal dirigia-se junto a uma grande comitiva de políticos, assessores e convidados para um evento de despedida: Aconteceria a última viagem de bondes da Cidade de São Paulo.
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