Pode dar resultado falso positivo? Não. De acordo com Scarpelli, os exames de DNA têm 99,999% de certeza quando dão positivo. “Para os negativos, a confiabilidade é de 100%.
Podem, por exemplo, deliberadamente fumar ou comer antes do exame, ou tocar o cotonete com as pontas de seus dedos. ... Fraudar um teste de paternidade também pode ser ocorrido por comutação de cotonetes. Em tal caso, por exemplo, a mãe poderia colocar seus cotonetes em envelopes do pai.
O DNA não é exceção. Os erros são pouquíssimos: é quase sempre abaixo de 1 erro por 100 mil. Isso dá uma possibilidade 99,99% de certeza*.
Como o DNA de uma pessoa é único, ele não consegue ser alterado por drogas, álcool, medicamentos, alimentos, idade ou estilo de vida, nem mesmo por procedimentos cirúrgicos. No entanto, caso o paciente já tenha feito transfusão de sangue, isso deve ser avisado ao laboratório.
Dr. Gustavo esclarece que o teste de paternidade se baseia na análise de regiões do DNA nas quais ele é propenso a apresentar variações – através do DNA que herdamos as características dos pais – extraído nas amostras de sangue dos supostos pai, filho e mãe. O exame tem uma taxa de confiabilidade de 99,99%.
15 curiosidades que você vai gostar
Fazer a análise a partir de uma amostra do sangue não seria mais confiável? A resposta é não. Tanto faz se a análise for feita pela saliva ou pelo sangue – o resultado será idêntico, já que o DNA das duas amostras é o mesmo: o seu! O material genético de todas as células do nosso corpo é igual.
Há 20 anos, testes custavam R$ 10 mil. Hoje saem por R$ 500 parcelados. Alguns laboratórios ainda enviam o kit de coleta pelos correios.
Tem como fazer exame de DNA escondido? O exame de DNA deve ser feito com o consentimento da mãe, no caso de crianças menores de idade. Porém, em caso de morte ou ausência da mãe, o DNA do filho e do suposto pai pode ser testado com autorização do pai de registro ou responsável legal.
Cada marcador genético tem dois alelos, um alelo herdado da mãe e um herdado do pai.