Não é possível ficar menstruada durante a gravidez, porém, existem algumas mulheres que têm sangramentos durante a gestação. "Tanto na gravidez uterina quanto na ectópica a mulher pode ter sangramentos, mas não é obrigatório que aconteça", ressalta a ginecologista Michele Panzan.
A localização mais comum é a tuba uterina, sendo responsável por 98% de todas as gestações ectópicas. A prevalência varia de 6 a 16%; e a incidência é de aproximadamente 2% das gestações.
O sangramento vaginal da gravidez ectópica costuma ser leve, mas, em alguns casos, pode ser intenso. Sua coloração pode ser vermelho vivo ou bem escuro. O sangramento é, habitualmente, diferente do sangramento menstrual.
O diagnóstico da gravidez ectópica pode ser realizado através de exames de sangue, exames pélvicos e exames de ultrassonografia. Os exames serão solicitados após verificação de diversos sintomas que apontam a ocorrência de gravidez ectópica, como fortes dores abdominais, sangramentos, aumento e inchaço rápido abdominal.
Uma gravidez ectópica não pode prosseguir normalmente. O ovo fertilizado não sobrevive, e o feto em crescimento pode destruir várias estruturas maternas. Se não for tratada, há o risco de hemorragias, que podem ser fatais.
Sintomas da gravidez ectópica. A gravidez ectópica rota é quando o embrião está se desenvolvendo nas trompas e já é grande o suficiente para romper a trompa da mulher. Neste caso a mulher apresenta os seguintes sinais e sintomas: Dor abdominal intensa, somente de um lado da barriga;
Atualmente, cerca de 1/3 das gestações ectópicas são tratadas com esse medicamento. As indicações para o tratamento medicamentoso são: um embrião com menos de 4 cm, ausência de batimento cardíaco no feto, ausência de sinais de rutura da trompa e beta hCG com valor menor que 5000 mIU/mL.