Os excluídos sociais, geralmente são minorias étnicas, culturais e religiosas. ... Como exemplos, temos os negros, índios, idosos, pobres, homossexuais, toxicodependentes, desempregados, pessoas portadoras de deficiência, dentre outros.
A exclusão social é o processo por meio do qual os indivíduos pertencentes a determinados grupos são impedidos de acessar os bens e serviços que lhes possibilitam exercer plenamente seus direitos.
Portanto, são excluídas as pessoas que não têm acesso a seus Direitos Fundamentais, pessoas que não podem se alimentar, não pode ter um lar, não recebe oportunidade de acesso à educação e não podem fazer jus a todas as garantias que lhes são conferidas pela Constituição Brasileira.
A exclusão social concretiza-se na segregação ao acesso a direitos básicos para certos grupos ou indivíduos de uma sociedade. A ideia de exclusão social é geralmente usada em referência a uma forma específica de desigualdade.
Exercer a cidadania é ser cidadão; ou seja, participar da sociedade. Se existe preconceito, exclusão ,esses fatos prejudicam a pessoa em questão,pois essas dificuldades impedem que elas participem da sociedade.
Deste modo, fatores/estados como a pobreza, o desemprego ou emprego precário, as minorias étnicas e ou culturais, os deficientes físicos e mentais, os sem-abrigo, trabalhadores informais e os idosos podem originar grupos excluídos socialmente mas não é obrigatório que assim o seja.
“Esses direitos ainda não são uma concretude na vida de cada pessoa, e o Brasil não os realiza como deve. Numa sociedade desigual, onde direitos de todos não são alcançados por todos, quem alcança é um privilegiado. É uma população branca, urbana, que está em grande parte no Sudeste do país”, analisa.
Segundo uma pesquisa do Instituto Ipsos, realizada no começo de abril de 2018, 66% dos brasileiros acreditam que os direitos humanos protegem mais os bandidos do que as vítimas. Na região Norte, por exemplo, essa percepção alcança 79%.
“Há uma necessidade urgente de fazer com que o tema seja debatido a fundo e com que seja reforçado o compromisso do Estado brasileiro com os direitos humanos”, ressalta. Werneck acredita que os direitos humanos estão sendo contemplados nas candidaturas atuais. “Grupos estão abordando o direito à vida segura, livre de violência.
Segundo o levantamento do Ipsos, 54% dos brasileiros concordam com a frase “os direitos humanos não defendem pessoas como eu”. Para Jurema Werneck, diretora executiva da Anistia Internacional no Brasil, o falho acesso aos direitos humanos gera uma distorção em seu conceito básico de universalização.