A Ritalina é indicada para tratamentos de transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), transtorno hipercinético e narcolepsia. Com o uso do medicamento, a atenção, o foco e a concentração são favorecidos. Já a sonolência diurna (típica da narcolepsia) diminui, consideravelmente.
Médicos esclarecem ainda que o uso da Ritalina a existência desses efeitos colaterais devem ser comunicados aos familiares e o paciente, conduzido por um especialista. Mas, de forma geral, não existem muitos relatos de efeitos colaterais físicos com o uso do medicamento.
A ritalina tem como princípio ativo o metilfenidato, um composto que intensifica a atividade dos neurotransmissores dopamina e noradrenalina. Com isso, aumenta a concentração, acalma e melhora o foco individual independentemente da atividade que esteja sendo realizada.
Conforme a bula, a dose recomendada de Ritalina é de 10-60 mg por dia, administrado em duas ou três doses divididas. Interações medicamentosas incluem a cafeína, pseudoefedrina, inibidores da monoamina oxidase (IMAO) como, por exemplo, isocarboxazida (Marplan). Não existem estudos adequados em mulheres grávidas.
Isso meio que eu senti na pele, além da tolerância que foi acontecendo aos poucos. Além do que ainda não existem pesquisas que deem conta de prejuízos de uso a longo prazo da Ritalina na saúde como um todo (rins, fígado, coração, sistema circulatório e no próprio cérebro)