A poesia de cordel tem algumas especificidades: é feita em sextilhas (estrofes de seis versos) e as rimas acontecem nos segundo, quarto e sexto versos. Cada verso deve ter sete sílabas, às vezes permitindo oito quando a última é átona. Os folhetos têm oito, 16 ou 32 páginas, em média.
Mas podem ter muito mais. Tem cordéis que contam com mais de 40 estrofes. Mas, se tiver menos de 12 estrofes não pode ser chamado de cordel. É um poema em estilo de cordel. A literatura de cordel é praticada sob diversas formas. Os versos em geral, são reunidos em sextilhas (estrofes de seis versos).
O cordel surgiu como uma forma de expressão da cultura popular do interior do nordeste e ela passou a ganhar força por todo o Brasil entre os anos de 19 quando muitos nordestinos saíram de sua terra natal e migraram para as demais regiões do Brasil em busca de melhores condições de vida e para fugir das secas.
Seguem abaixo alguns dos modelos possíveis: Geralmente, o cordel é escrito em forma de sextilha, estrofes de seis versos, com versos de sete sílabas poéticas. Obrigatoriamente, o segundo, o quarto e o sexto versos devem rimar entre si.
Os principais temas retratados pelos repentistas e presente nos folhetos de cordel são: Todos esses temas são retratados seguindo uma métrica e rimas. A linguagem coloquial, o humor, a ironia e o sarcasmo também são bem marcantes nesse gênero.
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