Na avaliação do IBGE, o contingente de 14,3 milhões de desempregados (recorde para a pesquisa) ficou estável frente ao trimestre de agosto a outubro de 2020 (14,1 milhões de pessoas).
Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad). No levantamento anterior, referente ao trimestre encerrado em julho, a taxa de desemprego estava em 13,7%, atingindo 14,1 milhões de pessoas.
Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua) e foram divulgados hoje (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O recorde da desocupação foi verificada no primeiro trimestre de 2021, com um total de 14,8 milhões de pessoas.
A taxa de desemprego foi de 11,7% para homens e 17,1% para mulheres, e ficou abaixo da média para brancos (11,7%) e acima para pretos (16,6%) e pardos (16,1%); Os mais jovens e os trabalhadores com baixa escolaridade seguem os mais afetados.
Com o resultado de dezembro daquele ano, 2014 terminou com taxa de desocupação de 4,8%, o que representava cerca de 1 milhão de pessoas desocupadas.
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O economista Daniel Duque, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), explicou que a retomada da busca por trabalho daqueles que estavam isolados na pandemia é um dos motivos do aumento do índice de desemprego.
Entre os principais fatores que explicam a projeção de piora do desemprego no Brasil em 2021 estão o agravamento da pandemia de coronavírus e o aumento das preocupações em torno da saúde das contas públicas e do Orçamento 2021, o que tem elevado incertezas sobre o ritmo de recuperação da economia após o tombo histórico ...
Já o número de desempregados aumentou 15,2% (mais 1,9 milhão de pessoas) na comparação anual e 3,4% (mais 489 mil pessoas) na comparação com o trimestre encerrado em janeiro. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad).
Dentre as medidas de combate ao desemprego mais citadas pode-se enumerar: facilitação do consumo e do crédito, incentivo ao investimento privado, implementação de políticas fiscais e monetárias adequadas, aumento das despesa pública (com ampla utilização do Estado como empregador e com o desenvolvimento de políticas ...
O total de desempregados passou de 11,76 milhões na média de 2016 para 13,23 milhões em 2017, um aumento de 12,5%. De acordo com a Pnad, o número de desempregados no país vem aumentando desde 2014, ano em que atingiu o patamar mínimo da série histórica iniciada em 2012, com um total de 6,7 milhões de desempregados.
Assim, a Pnad Contínua registrou que a taxa de desemprego teve média de 8,5% em 2015, fechando o ano com 8,6 milhões de desempregados. Estes dados foram divulgados em março deste ano.
A média do número de desempregados no Brasil em 2010 foi de 1,6 milhão, uma redução de 15% em comparação com 2009 (1,9 milhão) e de 39% em relação a 2003 (2,6 milhões).
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