O investimento necessário, porém, varia de acordo com o padrão de vida de cada investidor. Uma pessoa que precisa de 20.000 reais por mês para viver confortavelmente precisará acumular um patrimônio bem maior do que quem está acostumado a viver com menos de 10.000, por exemplo.
É possível comprar cotas de um FII, e assim você se torna “dono” de um pedaço do imóvel administrado pelo fundo, que será alugado a terceiros. Como cotista desse fundo, você terá direito a receber a sua parte desses aluguéis, denominados proventos.
| Investimento mensal | Prazo | Renda mensal após o prazo |
|---|---|---|
| R$ 500 | 20 anos | R$ 1.651,25 |
| R$ 500 | 30 anos | R$ 4.074,63 |
| R$ 1000 | 20 anos | R$ 3.302,47 |
| R$ 1000 | 30 anos | R$ 8.149,27 |
Já nos fundos imobiliários, o cotista pode ganhar de duas maneiras: pela distribuição de rendimentos feita pelo fundo e pela valorização das cotas. Os FII costumam pagar, periodicamente, rendimentos em geral isentos de imposto de renda para a pessoa física. Normalmente, eles são frutos dos aluguéis dos empreendimentos da carteira.
Um exemplo foi o Rio Bravo Renda Corporativa (FFCI11), em que comprei a R$ 1,26 e vendi recentemente a R$ 1,75 + rendimentos mensais com um lucro em torno de 50% em apenas 1 ano. Neste artigo compartilharei: Modelo de cálculo do preço justo dos fundos imobiliários em 10 simples passos
Na maior parte dos Fundos Imobiliários, os investidores se juntam em uma sociedade que é dona de um empreendimento. Seja ele um prédio comercial, um shopping, um hospital, etc. Na maior parte das vezes, a intenção é gerar renda de aluguéis. Aqui vemos uma vantagem interessante destes investimentos.
Nós já mostramos anteriormente que os fundos imobiliários – tipo de investimento que se caracteriza pela compra de cotas de um determinado empreendimento imobiliário e se mostrou mais vantajoso que o aluguel de imóveis – cresceu muito no Brasil nos últimos anos.