Segundo o novo acordo ortográfico, com o prefixo auto, só devemos usar hífen se a palavra seguinte começar por “h” ou por vogal igual: auto-hipnose, auto-observação... Com as demais letras, devemos escrever sem hífen ou, como se diz popularmente, “tudo junto”.
4) ultra-aquecido, ultracansado, ultra-elevado, ultrafamoso, ultrafecundo, ultra-hiperbólico, ultrajudicial, ultraliberal, ultramarino, ultranacionalismo, ultra-oceânico, ultrapassagem, ultra-radical, ultra-romântico, ultra-sensível, ultra-som, ultra-sonografia, ultravírus.
# Utilizamos o hífen quando o prefixo terminar em consoante e a segunda palavra começar com a mesma consoante. # Com o prefixo “-sub”, diante de palavras iniciadas por “r”, usa-se o hífen. # Diante dos prefixos “-além, -aquém, -bem, -ex, -pós, -recém, -sem, - vice” usa-se o hífen.
O prefixo semi- é de origem latina e transmite a noção de quase, meio e metade. Segundo o Novo Acordo Ortográfico, que entrou em vigor em janeiro de 2009, o hífen é utilizado quando o prefixo termina com a mesma letra que começa a segunda palavra ou quando a segunda palavra começa com h.
Eis a recomendação ortográfica: usa-se o hífen quando os prefixos AB, OB, SOB, SUB aparecerem antes de B, H ou R. Exemplos: “sub-hemisférico”, “sub-hepático”, “sub-rogar”, “sub-rogado”; “subnutir”, “suboficial”, subordem”.
ALÉM, AQUÉM, BEM, EX, SUPER, PÓS, PRÉ, PRÓ, RECÉM, SEM, SOTA, SOTO, VICE e VIZO sempre exigem hífen.
O prefixo ultra-, após a reforma ortográfica, passou a ser separado do segundo elemento por hífen somente nos casos em que este inicia por "a" ou "h". Caso o segundo elemento inicie com a consoante "s" ou "r", é necessário dobrá-la, sem usar hífen. Nos demais casos, não devemos usar o hífen.
O hífen é sinal gráfico ( - ) empregado principalmente para unir elementos de palavras compostas, verbos a pronomes oblíquos, encadeamentos de palavras e para indicar partição de sílabas de um vocábulo. É sempre usado sem espaços antes ou depois.
Usa-se o hífen em compostos que têm palavras iguais ou quase iguais, sem elementos de ligação. Exemplos: reco-reco, blá-blá-blá, zum-zum, tico-tico, tique-taque, cri-cri, glu-glu, rom-rom, pingue-pongue, zigue-zague, esconde-esconde, pega-pega, corre-corre. 3. ... Incluem-se nesse caso os compostos de base oracional.
Qual exame para saber se a imunidade está baixa? De modo geral, os médicos tendem a avaliar três grupos do sangue para analisar o estado em que a imunidade de cada indivíduo se encontra. São eles: plaquetas. As células vermelhas são as responsáveis por indicar presença de anemias, muitas vezes causada por uma alimentação inadequada.
TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;) Como saber, então, se você realmente está com o sistema de defesa comprometido? De acordo com o clínico geral Fernando Manna, do Laboratorio NASA, não existe um exame único capaz de detectar se a pessoa está com a imunidade prejudicada. "O ideal é procurar um médico ao perceber sintomas recorrentes ou persistentes.
Além de alguns sintomas bastante frequentes que costumam surgir quando a nossa imunidade está fragilizada como fadiga e resfriados recorrentes, também é possível descobrir uma baixa no sistema imune por meio de exames de sangue. Veja a seguir qual exame fazer e como contribuir para que a sua imunidade não diminua!
Diversos exames podem ser solicitados no intuito de verificar o estado da imunidade, pois são vários os fatores que podem provocar uma baixa nas defesas do organismo. Dependendo do fator em questão, fica mais fácil saber quais os exames mais adequados, com maiores chances de resultados úteis para o quadro que está sendo investigado.
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