O câncer de mama dói, em geral, somente quando a doença já se encontra em estágios avançados, por isso mesmo todos os cuidados para a identificação imediata de ocorrência de câncer devem ser tomados por toda e qualquer mulher.
Câncer de mama dói? Não necessariamente. Muitas vezes o câncer de mama passa a doer quando o tumor já está em estágios mais avançados, podendo causar dor na mama ou no mamilo não relacionada ao ciclo menstrual.
O sintoma mais comum do câncer de mama é o aparecimento de um nódulo ou massa. Um nódulo sólido, indolor e com bordas irregulares é muito provável que seja um tumor maligno, mas os cânceres de mama podem ser sensíveis ao toque, macios ou redondos. Eles podem até ser dolorosos.
São eles: retrações de pele e do mamilo que deixam a mama com aspecto de casca de laranja; saída de secreção aquosa ou sanguinolenta pelo mamilo, chegando até a sujar o sutiã; vermelhidão da pele da mama; pequenos nódulos palpáveis nas axilas e/ou pescoço.
O câncer de mama pode causar inchaço na mama atingida pela doença. O edema pode atingir até mesmo o braço e a axila. Ao notar esses sinais é importante procurar um médico.
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Braços ou pernas: surge um nódulo que cresce por semanas ou meses. Às vezes causa dor e formigamento nos membros. Outros sinais: dor abdominal, alterações intestinais (constipação ou diarreia) ou urinárias (mudanças na frequência do xixi), sangramentos na urina ou nas fezes, vômitos e náuseas.
No entanto, quando a dor na axila irradia para o braço ou é acompanhada por outros sintomas como febre, mal-estar geral, cansaço excessivo, dor no seio ou saída de líquido pelo mamilo, pode ser sinal de linfoma ou câncer de mama, por exemplo.
Como é a dor do câncer? O Dr. Murta explica que ela é classificada seguindo uma escala numérica verbal: dor leve (1-3), moderada (4-6) ou intensa (7-10). Além disso, ela pode ser aguda ou crônica (mais de três meses) e se manifestar na forma de choque, queimação, frio doloroso, coceira, dormência ou pulsante.
O câncer de mama leva, em média, de sete a dez anos para que uma célula com gene modificado se torne um carcinoma com pelo menos 1 centímetro de diâmetro. Nesse tempo, a paciente quase nunca sente algum sintoma ou vê algum sinal que indica que ela possa estar com câncer de mama.