Todos os 21 antidepressivos se mostraram mais efetivos que os placebos, e apenas um teve menor aceitabilidade. Mas os efeitos das drogas foram variados. No quesito eficácia, os que alcançaram melhores performances foram a amitriptilina, mirta- zapina, duloxetina, venlafaxine e paroxetina.
Os medicamentos mais eficazes contra depressão, de acordo com o estudo, são: agomelatina, amitriptilina, escitalopram, mirtazapina e paroxetina. Já os menos eficazes são: fluoxetina, fluvoxamina, reboxetina e trazodona.
Em estudos comparativos, os medicamentos mais eficazes foram (variação de OR: 1,19 a 1,96): Agomelatina. Amitriptilina. Escitalopram.
Os antidepressivos dessa classe mais populares são a fluoxetina, citalopram, paroxetina, sertralina, fluvoxamina e escitalopram.
Diazepam
O diazepam pertence à classe dos benzodiazepínicos e pode ser usado para o tratamento de ansiedade, abstinência alcoólica, convulsões e insônia. Seu efeito é rápido, mas duradouro. Além disso, permite o controle da insônia durante a noite toda.
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Zolpidem. Nos Estados Unidos, o zolpidem — um remédio para insônia — tem sido a droga preferida dos criminosos que praticam o boa noite, Cinderela. Trata-se de um medicamento amplamente comercializado no Brasil, apesar da necessidade de receita médica para adquiri-lo.
Dentre as substâncias mais utilizadas nesse golpe estão: Flunitrazepam, que é um medicamento responsável por induzir o sono poucos minutos após a sua ingestão; Ácido Gama Hidroxibutírico (GHB), que pode diminuir o nível de consciência da pessoa; Cetamina, que é um anestésico e analgésico.
O antidepressivo mais novo no Brasil é a vortioxetina (sem contar a lurasidona para depressão bipolar), o que não significa que ela seja melhor.
Segundo a Anvisa, há 130 tipos de antidepressivo, que só podem ser vendidos com receita médica. O princípio ativo mais vendido é a fluoxetina --como o Prozac--, que representa 13% do mercado desses remédios.