Na hora de pisar, quem ganha a dianteira é o Cobalt. O Chevrolet garante condução prazerosa, com bom fôlego para ultrapassagens e retomadas, segurança nas curvas e cabine silenciosa. O Logan tem um bom motor, mas demonstra nítidamente a diferença dos projetos, por ser mais antigo.
Neste quesito, o Logan leva a melhor. Segundo dados do Inmetro, ele pode rodar 13,2 km/l (gasolina) e 9 km/l (etanol) no perímetro urbano. Já nas estradas, ele é capaz de fazer 14,1 km/l (gasolina) e 10 km/l (etanol).
Ainda que o Cobalt seja notavelmente maior que o Voyage, sua vitória não foi por uma margem muito grande. O sedã da Chevrolet leva a melhor em espaço (cabine e porta-malas), conforto e acabamento. O Voyage se destaca pela dirigibilidade muito boa, mas isso não foi suficiente para superar o concorrente neste duelo.
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40 curiosidades que você vai gostar
O Cobalt LTZ 1.8 passa a ser a única versão que qualquer consumidor pode comprar. Além do motor de 111 cv combinado ao câmbio automático ou o manual de seis marchas, tem de série central multimídia MyLink, rodas de liga leve, OnStar, faróis de neblina e computador de bordo.
Vencedor: Chevrolet Cobalt 1.8 LTZ
Ainda que o novo design não tenha convencido muita gente, a versão LTZ com câmbio automático anda mais que o Prisma topo de linha, oferece mais espaço interno, além do acabamento mais caprichado e o sistema MyLink atualizado.
O Cobalt LT 1.8 possui também aerofólio, computador de bordo, novas calotas aro 15" com 05 raios e luz traseira no teto. Na versão LTZ, o Chevrolet Cobalt oferece as motorizações Econo.
Defeitos apresentados:
aos 100.000 km mais uma bomba de combustível. com um ano a primeira bateria, e durante o segundo ano foram mais duas. pestana do vidro do motorista grita. bieletas da barra estabilizadora foram duas de cada lado.
R$ 48.800,00preço à vista.
O Cobalt tem dimensões de carro médio, são 4,47 metros de comprimento e 2,62 metros de distância entre-eixos, o que o habilita a levar quatro adultos confortavelmente e um eventual quinto elemento sem tanto desconforto. Já o porta-malas é cavernoso, nada menos do que 563 litros (dado oficial da General Motors).
Assim, o motor 8V obtém mais força em baixa, mesmo que o torque seja menor, oferecendo uma condução mais agradável e passando menos aquela sensação de perda de força. Porém, vale lembrar que sistemas eletrônicos e arquiteturas de funcionamento irregular estão virando o jogo a favor dos motor 16V.
Motor 1.6 SCe
O destaque do novo moto r 1.6 SCe é o maior desempenho, ainda que ele seja derivado de um moto r já existente na Renault. A potência máxima saltou de 106 cv (no Hi-Power) para 118 cv, com etanol, um ganho de 11,3%. Com gasolina, a potência saltou de 98 cv para 115 cv, um aumento de 17,3%.
Pontos negativos: peca pelo motor 1.0 de 77 cv, pois sofre um pouco para subir a serra.
Pontos positivos: consumo na rodovia gira em torno de 21km/l com a 6 marcha. manutenção barata. conforto excelente, ar gela bem. Pontos negativos: consumo urbano gira em torno de 8km/l grande diferença por conta das marchas pesadas.
Alguns proprietários reclamam de defeitos e problemas na direção hidráulica do Chevrolet Cobalt, que o sistema de assistência produz ruídos ao esterçar o volante, relatados como “batida de ferro com ferro”. Alguns tiveram vibração na direção e vazamento de fluído.
Carro excelente, com muito espaço interno e no porta malas. Prós: Desempenho, câmbio, conforto típico da GM, nível de equipamentos. É nosso carro principal e de uso diário, compramos em substituição ao Etios Sedan, e conseguimos ele seminovo e pouco rodado.
LTZ – Luxury Touring + a letra Z, por ser a última do alfabeto. Continua como opção topo de linha de alguns modelos. Premier – Atual denominação para os carros mais equipados da marca, chegou ao Brasil com o Equinox.
R$ 37.500,00preço à vista.
Oferecido nas versões LS, LT e LTZ, ele tinha um pacote básico de equipamentos e foi o último lançamento antes da era digital da GM, que trouxe a multimídia MyLink. No lançamento, o modelo chegou com um rádio 2din de aparência antiga.
Vencedor. Quem leva a disputa é o Cobalt, mesmo sendo R$ 6 mil mais caro que o Prisma. Além de que o Cobalt com câmbio automático anda mais que o Prisma topo de linha, possui maior espaço interno, acabamento mais caprichado e o sistema MyLink atualizado.
Por exemplo, se você precisa economizar mais no dia a dia, o Prisma é a melhor opção. Afinal, ele tem um preço menor no mercado e um consumo melhor. Portanto, é mais econômico.
A razão para o Cobalt sair de linha tem nome e sobrenome: Onix Plus. A própria Chevrolet afirma que, “desde o lançamento do Onix Plus, a empresa vem constatando uma migração dos consumidores de sedãs compactos da marca para o novo modelo”. O Onix Plus é bem mais moderno do que o Cobalt.
O mais comum nos veículos motorizados em circulação no Brasil é o motor com 4 cilindros.
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