O agronegócio emprega cerca de 19 milhões de pessoas no Brasil, o que corresponde a quase 10 por cento da população brasileira, sendo aproximadamente 9 milhões de pessoas apenas no setor primário, estima um estudo do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) divulgado nesta quarta-feira.
O setor absorve praticamente 1 de cada 3 trabalhadores brasileiros. Em 2015, de acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), 32,3% (30,5 milhões) do total de 94,4 milhões de trabalhadores brasileiros eram do agronegócio.
Em valores monetários, o PIB brasileiro totalizou R$ 7,45 trilhões no último ano, sendo que o agronegócio representou quase R$ 2 trilhões. Quando se analisa o PIB do agro como um todo, a maior participação é da agricultura: 68%. Já a pecuária é responsável por 32%.
No terceiro trimestre de 2021, 8,818 milhões de pessoas estavam ocupadas em atividades rurais, uma alta de 9,5% em relação a igual período de 2020, puxada pelo bom desempenho das lavouras de grãos.
No total, o Brasil possui 4,1 milhões de pequenos produtores. “Cerca de 84% de todas as propriedades rurais do país são de pequenos agricultores”, revela o secretário.
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Existem hoje, no Brasil, 5,3 milhões de imóveis rurais ocupando 442 milhões de hectares. ¼ desta terra agrícola é ocupada por 0,3% do total de propriedades rurais no Brasil (15,6 mil propriedades); enquanto outro ¼ é ocupado por 77% de propriedades rurais menores (3,8 milhões).
A agricultura no Brasil é, historicamente, umas das principais bases da economia do país desde os primórdios da colonização até o século XXI. Evoluiu de extensas monoculturas para a diversificação da produção. Inicialmente produtora de cana-de-açúcar, passando pelo café, e chegando na alta produtividade de soja.
O Brasil apresenta uma área agricultável disponível total estimada em 152,5 milhões de hectares ou 17,9% do território, sendo que destes 62,5 milhões de hectares ou 7,3 % do território é constituído pela área agricultável já utilizada.
Em 2021, o número de pessoas empregadas no ramo do agronegócio atingiu o maior patamar em seis anos, segundo uma pesquisa do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Universidade de São Paulo (Cepea-USP). A população ocupada no setor chegou a quase 19 milhões no terceiro trimestre deste ano.
O PIB do agronegócio brasileiro avançou 24,31% em 2020, frente a 2019, e alcançou participação de 26,6% no PIB brasileiro (participação que era de 20,5% em 2019). Em valores monetários, o PIB do País totalizou R$ 7,45 trilhões em 2020, e o PIB do agronegócio chegou a quase R$ 2 trilhões.
Considerando todo o Brasil, os últimos dados mostram que 11,1% da população ocupada trabalham em áreas rurais, um contingente de 8 milhões de pessoas.
Segundo o IBGE, em 2018, todas as cadeias do agronegócio recolheram R$ 489 bilhões em tributos, 21,5% de tudo o que foi arrecadado no Brasil. Valor significativo, paralelo ao peso do setor no PIB, mas que engloba industrialização, vendas etc. A produção agrícola, em si, segue pagando muito pouco imposto.
Ao todo, o agronegócio foi responsável pela ocupação de 17,3 milhões de pessoas no Brasil, número 5,2% menor do que o total ocupado em 2019, que foi de 18,2 milhões. Mesmo que menor, o setor se saiu melhor do que o país de forma geral, que registrou queda de 7,8% entre os anos de 2019 e 2020.
Agro na balança
Na verdade, o plantio de alimentos propriamente dito vem quase que totalmente das pequenas propriedades rurais, onde famílias de pequenos agricultores produzem arroz, feijão, verduras, legumes, frutas e ovos consumo da população.
Os agricultores dos dias de hoje planejam sua produção com o apoio de sementes tratadas e melhoradas geneticamente. Além disso, empregam equipamentos para operações no campo e instrumentos que monitoram o desenvolvimento das plantas. Tudo muito diferente do que se empregava há séculos.
Atualmente o agronegócio envolve cerca de 5 milhões de propriedades, 70 mil agroindústrias, sendo 20 mil no ramo de exportação, 25 milhões de empregos, e representa o equivalente a 42% do PIB nacional.
A importância da agricultura é, assim, indiscutível, pois é a partir dela que se produzem os alimentos e os produtos primários utilizados pelas indústrias, pelo comércio e pelo setor de serviços, tornando-se a base para a manutenção da economia mundial.
Com território de 851,487 milhões de hectares (ha), o Brasil tem um total de 5.073.324 estabelecimentos agropecuários, que ocupam uma área total de 351,289 milhões de ha, ou seja, cerca de 41% da área total do país.
Localizada na cidade de Nova Crixás, estado de Goiás, a fazenda Conforto é a maior do Brasil quando analisamos o confinamento de gado fora dos frigoríficos. Com 12 mil hectares, a propriedade se divide em um confinamento, 4.430 hectares de área modulada e 1.083 de hectares de área irrigada.
As nacionalidades que têm maior porção de terras brasileiras são portugueses (643,8 mil hectares), japoneses (358 mil hectares), libaneses (259,3 mil hectares) e italianos (136,6 mil hectares). O Canal Rural ouviu de fontes que a China é um dos principais países interessados em adquirir terras agrícolas no Brasil.
O lado positivo, é que o agronegócio no Brasil é sustentado pelo aumento contínuo da produtividade. Isso se deve à utilização de tecnologia que maximiza a eficiência das cadeias produtivas. Além disso, nosso país vem se destacando também pela produção de biocombustíveis, principalmente etanol feito da cana-de-açúcar.
As técnicas de cultivo inadequadas, o uso intensivo de máquinas e a não rotatividade das culturas produzidas no solo podem ocasionar o esgotamento dos nutrientes, compactação, erosão e aceleração da desertificação.
O que é e como funciona o agronegócio?Empresas agrícolas.Pecuária.Fabricantes de defensivos agrícolas (como fertilizantes e herbicidas)Desenvolvedoras de sementes para plantio.Fabricantes de máquinas e equipamentos rurais.Produtoras de rações.Frigoríficos.Empresas de laticínios.
Nesse trilhar, podemos elencar os principais tributos que incidem nas empresas do agronegócio são eles: o IR, CSSL, PIS/PASEP, COFINS, INSS, ICMS, IPI, e claro não podemos esquecer do FUNRURAL, e este vem protagonizando uma serie de incertezas, onde, neste ano de 2018, com um novo julgamento pelo Supremo Tribunal ...
Todas as vendas de produtos do agronegócio para fora do Brasil em 2019 renderam aos cofres públicos apenas R$ 16,3 mil em imposto de exportação. A cifra representa 0,000003% do valor total das vendas, ou seja, o Estado brasileiro arrecadou um centavo em imposto de exportação a cada R$ 323 mil faturados.
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