É a maior inflação anual acumulada desde 2015 (10,67%), conforme dados do Instituto Brasileiro de Geogafia e Estatística (IBGE) divulgados nesta terça-feira.
A inflação de 10,06% é a maior desde 2015, quando o IPCA foi 10,67%. Em 2020, o índice foi de 4,52%. Em 2021, o setor que mais puxou as altas nos preços foi o de transportes, que viu crescimento de 21% nos preços, desde o início do ano.
IPCA 2020: inflação alta, mas dentro da meta
Ainda que não tenha sido tão alta quanto em 2021, a inflação em 2020 já se mostrava a maior desde 2016. Naquele ano, o acumulado de 12 meses do IPCA foi de 4,52%. A meta do Banco Central era de 4%.
2017: 2,95%
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou 2021 com alta de 10,06%, depois de encerrar em 4,52% um ano antes. É a maior inflação anual acumulada desde 2015 (10,67%), conforme dados do Instituto Brasileiro de Geogafia e Estatística (IBGE) divulgados nesta terça-feira.
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Em 2021, a inflação oficial do país, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) chegou a 10,06%. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), essa foi a maior alta anual desde 2015, quando ficou em 10,67%.
O IPCA ficou em dois dígitos em 2021, com alta de 10,06%, o maior aumento desde 2015 (10,67%), e superou em muito o teto da meta de inflação (5,25%) – o centro era de 3,75%.
A inflação do ano 2000 medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), o índice oficial do governo, ficou em 5,97%, número ligeiramente abaixo da meta de 6% estabelecida pelo governo para a inflação do ano passado.
Feita a pesquisa dos preços dos produtos e serviços, chega-se a um percentual mensal no índice de inflação. O cálculo do IPCA acumulado é a soma desses números mensais por algum período de tempo.
Em 2003, a inflação oficial ficou em 0,78%.
A inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) ficou em 0,36% em dezembro e fechou o ano de 2005 com uma taxa acumulada de 5,69%, segundo dados divulgados hoje pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
O ano de 2015 foi o último em que a inflação oficial havia ultrapassado dois dígitos no Brasil, quando chegou a 10,67%. O indicador é acompanhado mensalmente pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) com o objetivo de informar aos Municípios o desempenho do nível de preços no Brasil.
A inflação caiu para 0,54% em janeiro. No mês anterior, tinha ficado em 0,73%.
Em 2019, a inflação foi de 4,31%.
RIO — A inflação subiu 0,87% em agosto em relação a julho, segundo dados divulgados pelo IBGE nesta quinta-feira, a maior alta desde o ano 2000. O indicador foi pressionado principalmente pelos preços dos combustíveis. Em 12 meses, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumula alta de 9,68%.
De acordo com o IBGE, o IPCA acumulado nesse período de dez anos foi superior a 77%.
No segundo mandato da petista, a inflação também disparou no Brasil, atingindo 10,71% em 12 meses até janeiro de 2016. Os 10,74% até novembro de 2021 representam o maior acumulado desde novembro de 2003, ano inicial do primeiro governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT). À época, o IPCA chegou a 11,02%.
No Brasil, a hiperinflação ocorreu nos anos 80 e início dos anos 90, quando a inflação galopante chegou a superar os 80% ao mês – sim, ao mês. Ou seja, o mesmo produto chegava a quase dobrar de preço de um mês para o outro.
O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), indicador oficial de inflação do país, encerrou 2021 a 10,06%. O resultado fica acima do teto da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de 5,25%, e é o maior em seis anos.
A inflação em 2018 foi de 3,75%, 0,80 ponto percentual (p.p.) superior à verificada em 2017, de 2,95% (Gráfico 1 e Tabela 1). A inflação de preços livres se elevou de 1,35% em 2017 para 2,91% em 2018, ao passo que a inflação de preços administrados diminuiu de 7,99% para 6,18%.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, fechou em 2017 com alta acumulada de 2,95%, resultado 3,34 pontos percentuais inferior aos 6,29% de 2016. É o menor número desde a taxa de 1998 quando ficou em 1,65%.
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