A amígdala é uma estrutura cerebral altamente implicada na manifestação de reações emocionais e na aprendizagem de conteúdo emocionalmente relevante. Esta estrutura apresenta um relativo dimorfismo sexual e está relacionada com a manifestação de comportamentos sociais.
A amígdala é uma estrutura localizada no lobo temporal dos mamíferos, formada por diferentes núcleos e tradicionalmente relacionada com o sistema emocional do cérebro. Alguns autores propuseram uma função alternativa da amígdala ao considerá-la parte de um sistema modulador da memória.
Além disso, observou-se que a amígdala não é ativada apenas em processos que envolvem a sensação de medo, mas também durante situações mais positivas, como, por exemplo, durante o reconhecimento de expressões faciais de alegria, levando à conclusão de que a amígdala está envolvida na resposta a estímulos de importância ...
Reconheça como você se sente. Enumerar nossos sentimentos torna as emoções negativas menos intensas. Assim, a amígdala se acalma e aumenta a atividade na região do córtex pré-frontal do cérebro, que processa as emoções. Ao dedicar um tempo para reconhecer e nomear o que você está vivenciando, você se sentirá melhor.
Amígdala: A destruição experimental das amígdalas (são duas, uma para cada um dos hemisférios cerebrais) faz com que o animal se torne dócil, sexualmente indiscriminativo, afetivamente descaracterizado e indiferente às situações de risco. O estímulo elétrico dessas estruturas provoca crises de violenta agressividade.
sistema límbico As emoções estão muito relacionadas a uma área profunda e antiga do cérebro, o "sistema límbico" que, na evolução, das espécies, possivelmente surgiu no estágio dos répteis, que já possuem este sistema há centenas de milhões de anos, assim como as aves e mamíferos que deles descendem.
Segundo os autores, “as amígdalas cerebrais humanas desempenham um papel fundamental no desencadeamento do estado de medo, e a sua ausência impede a experiência do medo”.
A amígdala, por exemplo, revelou-se uma estrutura de enorme relevância nos processos de iniciação e modulação das emoções.
A disfunção da amígdala e as conseqüências para esse tipo de aprendizado têm sido recentemente implicadas no desenvolvimento do autismo e podem auxiliar a explicar a grave incapacidade de relacionamento social observada nessas crianças.
Se assumimos o controle ativo da nossa atenção, mobilizamos circuitos pré-frontais, e a amígdala se acalma. Ao respirarmos lenta e profundamente, acionamos o mecanismo de relaxamento do corpo.
Apesar de seu tamanho, a amígdala possui um funcionamento complexo e participa de uma variedade de funções, embora se destaque por seu papel no processamento emocional, principalmente o medo. No entanto, também participa da memória e da tomada de decisões.
As amígdalas destacam-se por serem produtoras de linfócitos, ou seja, de células de defesa do organismo. Assim, elas estão relacionadas com a proteção do organismo contra antígenos que entram em nosso corpo pelo ar ou por meio da nossa alimentação. → Amígdalas e adenoide
A retirada das amígdalas é um procedimento cirúrgico recomendado em algumas situações, tais como infecções recorrentes. De uma maneira geral, os especialistas afirmam que sua retirada não afeta drasticamente o sistema imunológico, pois a defesa é realizada também em outras partes do corpo.
Como você terá descoberto se leu até este ponto, a amígdala é fundamental para fixar o condicionamento do medo normal e patológico (transtornos de ansiedade). Verificou-se que os neurônios tonsilares são ativados por estímulos, como vocalizações de outros animais e cheiros; então, como podemos ver, tem funções muito variadas.
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