Para se ter uma ideia, estudos estimam que um praticante normal de musculação preocupa-se cerca de 40 minutos diários com sua aparência física. Já com relação àqueles que sofrem de dismorfia muscular, o período dedicado a essa atividade é de uma média de 5 horas. Ou seja, até 7,5 vezes mais tempo.
A dismorfia muscular é um subtipo do transtorno dismórfico corporal que ocorre principalmente em homens que, apesar da grande hipertrofia muscular, consideram-se pequenos e fracos.
A Dismorfia Muscular foi descrita e compreendida pela Equipe do Médico Psiquiatra Harrison Pope Jr. da Harvard Medical School, em 1993, com o nome de Anorexia Nervosa Reversa.
A principal característica da dismorfia muscular é, então, a preocupação do indivíduo com o fato de que seu corpo seja pequeno e franzino, quando, na realidade, é grande e musculoso.
A vigorexia é uma doença psicológica caracterizada pela preocupação constante em não ser suficientemente musculoso. O transtorno também é chamado de Dismorfia Muscular e Anorexia Nervosa Reversa.
Como identificar os sintomas
Quem tem transtorno dismórfico corporal vê defeitos onde não existem ou se incomoda demais com certas características na frente do espelho. O escritor tcheco Franz Kafka (1883-1924) costumava se referir à própria aparência de maneira depreciativa.
A Dismorfia Corporal, também conhecida como Dismorfobia, Transtorno Dismórfico Corporal ou Síndrome da Distorção da Imagem, é muitas vezes confundido com a preocupação excessiva com a aparência, o que pode dificultar o diagnostico nos dias de hoje.
A vigorexia, também conhecida por Síndrome de Adônis ou Transtorno Dismórfico Muscular, é uma doença psicológica caracterizada pela insatisfação constante com o corpo, em que a pessoa se enxerga muito magra e fraca quando na verdade é forte e possui músculos bem desenvolvidos, por exemplo.
Os homens com dismorfia corporal geralmente apresentam sintomas mais graves, possuindo uma preocupação maior com os órgãos genitais, constituição corporal e perda de cabelo, enquanto que as mulheres preocupam-se mais com a aparência da pele, peso, quadril e pernas.
Apesar de a distrofia muscular ocorrer em ambos os sexos, em todas as idades e raças, as formas mais comuns da doença acometem apenas pessoas com o cromossomo Y. Pacientes que têm uma história familiar de distrofia muscular estão em maior risco de desenvolver a doença ou passá-la para os seus filhos e filhas.
A distrofia muscular pode aparecer em qualquer idade, sendo que a forma e gravidade da doença são determinadas pela época da vida em que aparecem. Algumas pessoas com distrofia muscular vivem de forma normal, com os sintomas se desenvolvendo muito lentamente. Outras podem sentir fraqueza muscular rápida e severa, o que pode ser muito debilitante.
Distrofia muscular congênita. Distrofia muscular congênita é aquela que está presente desde o nascimento. Ela causa fraqueza muscular durante os primeiros meses de vida, podendo causar convulsões e anormalidades neurológicas. No entanto, a distrofia muscular congênita tem desenvolvimento lento e não afeta drasticamente a vida dos portadores.
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