Veja, por exemplo, que os elementos mais eletronegativos são os que estão no canto superior direito da tabela, isto é, o flúor (4,0) e o oxigênio (3,5), e os menos eletronegativos são os que estão no canto inferior esquerdo, que são o frâncio (0,8) e o césio (0,8).
Flúor
Desse modo, o elemento mais eletronegativo é o Flúor (4,0) e o menos eletronegativo é o césio (0,7).
Flúor Desse modo, o elemento mais eletronegativo é o Flúor (4,0) e o menos eletronegativo é o césio (0,7).
A eletronegatividade é definida como a força que determinado átomo possui de atrair os elétrons de uma ligação covalente para si.
Além dessa forma, é possível calcular o valor exato da eletronegatividade utilizando um recurso como o Diagrama de Pauling. Ele estabelece o valor de tal fator a partir da média aritmética das forças de ligação de dois ou mais átomos, representada pela letra D.
Os seus respectivos valores de eletronegatividade são 1,6; 1,2; 1,0; 1,0 e 0,9. Portanto, esses valores comprovam que a eletronegatividade cresce de baixo para cima na Tabela Periódica.
Como mostra a figura abaixo, em virtude da diferença de eletronegatividade, é formado um dipolo elétrico (μ), que são dois monopolos elétricos, com os elétrons tendendo a serem mais atraídos pelo cloro. Então, a ligação H ─ Cℓ terá uma carga parcial negativa no cloro (δ -) e uma carga parcial positiva no hidrogênio (δ + ).
À medida que os elementos se distanciam dessa posição, ou seja, quanto mais se dirijam para o lado esquerdo e para a parte inferior, menos eletronegativos eles são. O flúor (F) é o elemento químico mais eletronegativo.