Cuidados com o RN: o que não pode faltar?Exames do recém-nascido. Os primeiros exames do recém-nascido são, na verdade, testes para a identificação precoce de algumas doenças. ... Vacinação. ... Amamentação. ... Moleira. ... O banho. ... Trocas de fralda. ... Cuidados com o coto umbilical. ... Banho de sol.
Quais são os primeiros cuidados prestados ao bebé recém-nascido?Otimização da respiração. ... Combate ao arrefecimento. ... Realização do teste de Apgar. ... Realização do exame objetivo sumário. ... Administração da vitamina K. ... Colocação de gotas oculares. ... Realização de exame físico completo. ... Administração das primeiras vacinas.
Com exceção do pediatra, o bebê não deve ir para a rua no começo da vida. Além do excesso do contato com excesso de pessoas oferecer risco direto à saúde do bebê, ambientes movimentados, com barulhos e cheiros fortes podem estressar o pequeno.
Identificar o RN com pulseira e clamp umbilical contendo o nome da mãe, número de prontuário, data de nascimento, sexo e hora. Realizar o aleitamento precoce para promoção do contato mãe-bebê imediato após o parto, evitando intervenções desnecessárias que interferem nessa interação nas primeiras horas de vida.
Tais cuidados representam a necessidade de intervenção para auxiliar a adaptação do recém-nascido à vida extrauterina - cuidados imediatos - como também registrar informações e realizar cuidados após esta adaptação - cuidados mediatos (HOCKENBERRY, 2006).
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A assistência no berçário deve ser focalizada na família e concentrada no bebê. Deve-se dar atenção especial para permitir o contato entre a mãe e o bebê e evitar sua separação, dessa forma exames pediátricos e procedimentos de enfermagem devem ser realizados interativamente na presença dos pais.
Não é simplesmente o vento que deixa o bebê doente. O vento não é causa de gripe, mas realmente não faz tão bem assim para o bebê; pois ele rouba calor do corpo do bebê. Portanto, se é um bebê recém-nascido que está ainda com todos os seus sistemas amadurecendo, não é legal roubar calor do corpo desse bebê.
Como a coluna do bebê é muito flexível, qualquer movimento brusco pode causar problemas para o bebê. Desta forma, chacoalhar, sacudir, jogar para cima e colocar o bebê em uma posição que force a coluna, pode ser muito prejudicial para a saúde da criança.
O bebê não deve dormir na cama dos pais, mas, nas primeiras semanas, pode dormir no berço ou carrinho no quarto dos pais, pois os sons que ele emite no caso de engasgo são sutis e difíceis de serem ouvidos a distância. Agasalhar o bebê de acordo com a temperatura também é fundamental para evitar o superaquecimento.
Para isso, o ideal é fazer a rotina das mamadas de 3 em 3 horas durante o dia, acordando o bebê se necessário. Também é importante deixar que entre luz natural no ambiente onde o bebê está dormindo durante o dia e, à noite, deixá-lo no escuro.
Os riscos do bebê dormir na cama dos pais é maior quando o bebê tem cerca de 4 a 6 meses de idade e os pais possuem hábitos que podem provocar o sufocamento ou esmagamento do bebê, como consumo de álcool excessivo, uso de soníferos ou fumo.
O bebê deve dormir sempre de barriga para cima (a Sociedade Brasileira de Pediatria alerta que essa deve ser a posição até pelo menos o 6º mês de vida); Cuide da temperatura do quarto (o bebê não pode estar com frio, nem superaquecido);
costela mais acentuada de um lado; cintura irregular, ou quadril mais alto que o outro; sensação de que a criança está mais inclinada de um dos lados do corpo; alterações na medula espinhal ou nervos, que geram sintomas de fraqueza, dormência ou perda de coordenação motora, em casos mais raros.
Quando o bebê chora muito, movimenta braços e pernas, fica irritado sem motivo e com os olhos semicerrados, são indícios de que ele pode estar com dor. Outro sinal é deixar de movimentar o membro que está dolorido.
Colocar o bebê de barriga para baixo é uma das formas de fortalecer o músculo do pescoço. O pequeno irá se apoiar com segurança em uma superfície plana e levantar a cabeça. Você pode colocá-lo de bruços no chão, em cima de um tapete fofinho e com diversas almofadas em volta.
“O uso dos ventiladores não é contraindicado se ele não for direcionado diretamente para a criança. Se estiver a uma distância de dois metros do pequeno e direcionado para cima ou para a parede, o ventilador pode, sim, ser usado. Já o ar condicionado não é recomendado.
O contato direto do ar com o bebê pode ocasionar maior queda de temperatura do corpo e resultar em resfriados, gripes e problemas respiratórios mais graves.
Ter um ambiente ventilado é sempre uma boa para os pequenos, já que o local fica mais fresco e agradável para eles. Portanto, você pode sim deixar seu bebê em um lugar que tenha ventiladores ligados.
No berçário, longe dos olhos da família, a criança toma banho, tem o coto umbilical higienizado, é medida e pesada novamente. E, antes de receber alta, o recém-nascido pode ser vacinado contra a tuberculose e o vírus da hepatite B. A imunização só será feita se os pais estiverem de acordo.
No alojamento conjunto, mãe e bebê permanecem juntos durante o período de internação. Nesse período, são fornecidas orientações e auxílio aos pais sobre amamentação e cuidados com o bebê, para estimular o vínculo afetivo entre eles. Diariamente, pela manhã, ocorre a visita do pediatra.
Por isso, reunimos aqui 3 passos importantes para identificá-las:Ecografia Morfológica de 1º trimestre, entre 11ª e 13ª semanas.2- Exames genéticos como a Amniocentese e a biópsia de vilo coriônico.3- O Exame Morfológico de Segundo Trimestre.
Nos primeiros meses, olhando-se um bebê de perfil, percebe-se que sua coluna é quase imperceptível. Bem diferente de um adulto, onde se percebe uma linha sinuosa, formando três curvas: lordose cervical, toráxica e lordose lombar.
Para identificar este problema, deve estar atento a alguns sinais:Ligeiras assimetrias nos ombros ou na cintura;Elevação das omoplatas;Desnível nas ancas ou na inclinação lateral do tronco;Desvio da coluna vertebral em formato semelhante ao da letra “S”.
Nathália Sarkis, médica pediatra e membro titular da Sociedade Brasileira de Pediatria, não vê problema em o filho recém-nascido dormir no quarto dos pais. “Até recomendamos que isso ocorra nos primeiros meses para que os pais observem se durante a noite está tudo bem, para evitar alguma intercorrência.
A Sociedade Brasileira de Pediatria e a Academia Norte-Americana de Pediatria desaconselham compartilhar a cama com o bebê pequeno devido ao risco aumentado de sufocamento, síndrome de morte súbita do lactente e de outras mortes relacionadas ao sono.
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