Os resultados do estudo, que coincide com os de outra pesquisa feita pela Universidade da Califórnia em Berkeley revelam que os filhos de pais divorciados podem sofrer depressão, ter problemas na escola, e desenvolver menos habilidades sociais em comparação com outras crianças.
Após a homologação do divórcio, ocorrendo o arrependimento do casal e o desejo pela reconciliação, os mesmos terão que casar novamente. Não existe a possibilidade de “reaproveitar” o casamento alvo do divórcio.
Para os especialistas, uma boa atitude é mudar o foco e ter um olhar mais otimista em relação ao rompimento e à fase de “solteira de novo”. Até porque, se a separação não é o final feliz dos contos de fadas, pode ser o caminho de um feliz recomeço.
Desestruturação emocional, rebaixamento na auto-estima, medo, angústia, tristeza, insegurança, insônia e isolamento são alguns dos sentimentos e emoções que passam a povoar o universo de muitas pessoas divorciadas, sobretudo nos dois primeiros anos após a separação.
Pais separados: 6 formas de diminuir os impactos nos filhos | Escola da Inteligência
O status econômico dos “filhos do divórcio”, na idade adulta, é menos vantajoso comparado ao alcançado por filhos de famílias intactas.
O portal AskMen listou as principais formas de lidar com o divórcio e, de acordo com os psicólogos entrevistados para a produção da lista, esse período da sua vida não precisa ser encarado como se fosse a pior parte dela. Antes de qualquer coisa: chore. Fique triste, assuma a tristeza e viva o luto.
Não é por acaso que “os filhos do divórcio” têm uma tendência a construir famílias mais frágeis, geralmente destinadas a se romper, como aconteceu com seus pais.
Normalmente, os homens respondem de duas formas ao divórcio: a primeira delas é exteriorizar o conflito culpando a ex-esposa pelo fim e por tudo de ruim que aconteceu no relacionamento. A outra, é interiorizar os problemas, culpando a si mesmo e jamais se perdoando de certas atitudes que passaram e pouco importam na soma total.