É possível detectar a doença somente por meio dos testes de CMT e CCS. O teste de CMT(California Mastitis Test) é realizado no campo, “ao pé da vaca”, e o teste de CCS (Contagem de Células Somáticas) é realizado em laboratórios credenciados.
O CMT é um teste realizado na sala de ordenha para o diagnóstico da mastite subclínica, onde a vaca não apresenta sinais e sintomas visíveis, detectáveis pelo ordenhador. A Contagem de células somáticas (CCS) é também empregada para o diagnóstico da mastite subclínica e no monitoramento da saúde da glândula mamária.
Para diagnosticar a forma subclínica, o CCS deve ser avaliado em um exame laboratorial ou também por testes com CMT (California Mastists Test) realizado na sala de ordenha e WMT (Winsconsin Mastists Test). Também é possível diagnosticar pela contagem eletrônica de células somáticas.
O CMT (Califórnia Mastite Teste) é um teste muito empregado para identificar vacas com mastite subclínica na fazenda. Necessita de uma raquete contendo quatro cavidades e o reagente do CMT.
Após a coleta do leite dos quatro quartos, tomba-se a raquete até o nível da linha baixa, onde estará marcado nas quatro cavidades, mistura-se o leite com o reagente, homogeneíza-se e faz-se a leitura após 10 segundos.
Como detectar a mastite? Geralmente, a mastite clínica é detectada por observações visuais dos próprios ordenadores que observam anormalidades do leite (presença de grumos e pus) e do úbere das vacas (edema, febre, endurecimento e dor na glândula mamária).
Conhecido como teste da caneca telada, o teste da caneca de fundo preto é bastante eficiente devendo ser feito a cada ordenha. Ele detecta a mastite clínica nos primeiros jatos de leite.
A mastite é uma das doenças mais comuns nos rebanhos bovinos e pode afetar a qualidade do leite. A enfermidade causa inflamação na glândula mamária do animal, prejudicando a qualidade e a quantidade de leite produzido. A vaca infectada pode deixar de produzir até três litros de leite por dia.
A pesquisa do teor de cloretos e da condutividade elétrica do leite são métodos que podem ser utilizados como auxiliares no diagnóstico da mastite subclínica. O aumento da CE do leite é diretamente proporcional ao aumento da inflamação do úbere e da contagem de células somáticas (CCS) (FERRERO et al., 2014).
A mastite clínica é aquela onde se observa alterações clínicas no leite e no animal, enquanto a mastite subclínica possui caráter silencioso, não sendo detectada a olho nu.
O diagnóstico da mastite bovina pode ser feito inspecionando e apalpando a glândula mamária, visando identificar eventual inchaço, do aumento da temperatura, do endurecimento e dor.
Como reconhecer os Sintomas da Mastite. A mastite produz sintomas de ingurgitamento mamário, como: Febre acima de 38ºC; Calafrios; Mal-estar; Mama inchada, endurecida, quente e avermelhada; Intensa dor na mama; Dor de cabeça; Náusea a vômitos podem estar presentes.
Algumas situações que favorecem a mastite são o cansaço, estresse, trabalhar fora de casa, e principalmente a forma do bebê pegar na mama porque isso pode causar fissuras nos mamilos e a extração do leite pode ficar prejudicada ficando sempre algum vestígio de leite ainda nas mamas.
O maior deles é a queda na produção do leite, seguida do leite descartado, custo com reposição, redução do valor comercial, medicação, serviços veterinários etc (PHILPOT & NICKERSON, 1991). A mastite pode ser classificada como clínica ou subclínica.
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