educação no Brasil do descobrimento à expulsão dos jesuítas (1500 a 1759). Subdividido em 2 (duas) fases: ⇨ a) A pedagogia de Nóbrega ou o período heróico (1549-1570); ⇨ b) A institucionalização da pedagogia jesuítica ou o ratio studiorum (1570-1759).
A Educação é a forma de construção de conhecimentos e atitudes necessárias para integração do homem à sociedade. Portanto, acontece em dois momentos distintos: primeiro, como educação familiar, segundo, como educação erudita.
Os primeiros educadores brasileiros podem ser considerados os padres jesuítas, que chegaram ao país em 1549. Eles tinham a missão de catequizar os povos nativos e propagar a fé cristã no novo território do reinado português. Na época, a educação era restrita às crianças do sexo masculino.
A história da educação no Brasil começou em 1549 com a chegada dos primeiros padres jesuítas, inaugurando uma fase que haveria de deixar marcas profundas na cultura e civilização do país.
46) destaca que a política para o financiamento da educação, no decorrer da história compreendeu três períodos: a) de 1549 a 1759, período que os Jesuítas tiveram exclusividade na educação pública e assinalou-se um afastamento da Coroa em relação ao financiamento da educação; b) da expulsão dos Jesuítas até o fim da ...
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A ideia de que a infância deve ser uma etapa de aprender começou a se espalhar e escolas para crianças foram desenvolvidas como lugares de aprendizado. A ideia e a prática da educação pública universal e obrigatória se desenvolveu gradualmente na Europa, do começo do Século 16 até o 19.
Nesse intervalo o sistema educacional brasileiro passou por relevantes mudanças, como por exemplo, a criação da Coordenação do Aperfeiçoamento do Pessoal do Ensino Superior, em 1951, do Conselho Federal de Educação, em 1961, expansão do ensino primário e superior, a criação de campanhas de alfabetização de adultos e ...
A educação jesuíta era voltada para os filhos da classe dominante e para os índios. Os escravos, os pobres e as mulheres eram excluídos. Os jesuítas que vinham para o Brasil tinham sua formação baseada na pregação, liturgia e práxis sacramental (Hansen, 2000, p.
A educação moderna é personalizada, na medida em que é baseada em processos que respeitam o ritmo de aprendizagem de cada aluno, colocando-o no centro do universo educacional. Os professores têm mais responsabilidades e os alunos aprendem mais, como também tornam-se mais independentes e felizes.
há uma alta valorização da estrita adesão ao currículo; as informações repassadas pelo corpo docente aos alunos são sempre recebidas como “certas” — no sentido de não serem questionáveis; há uma grande dependência de livros didáticos para o desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem.
As escolas modernas não tinham mais o costume de manter o aluno enclausurado pois a família moderna não permitia mais sua criança tanto tempo fora de casa a educação escolar não segui segundo os moldes do período medieval que a criança quando estava na escola se tornava um adulto.
A educação na idade moderna, era privilegio somente dos nobres dos chigos, como o poder político era passado de pai para filho, essas classes gozavam do direito da educação, assim a maioria da população permanecia na ignorância, sem direito a educação.
Por meio da alfabetização pretendia-se a conversão de crianças indígenas e mamelucas. Optou-se por catequizar as crianças porque eram consideradas mais dóceis que os adultos e, na Europa, iniciava-se uma mudança de mentalidade, segundo a qual os “miúdos” eram vistos como puros, a exemplo do menino Jesus.
O século XVII foi um período marcado por grandes tensões e conflitos, também considerado um século trágico, contraditório e problemático. No entanto, é sob essas tensões sociais que ocorre uma reviravolta na história ocidental. Muda-se profundamente toda a ordem política, social, cultural, econômica e educacional.
Tradicionalmente, a questão da educação no século XIX, tem um viés elitista, com os seus colégios suntuosos, prédios sofisticados construídos principalmente a partir dos séculos XVII-XVIII. A seção cobre uma área carente de nossa história da educação, pois esse era carente de maiores informações.
Nesse novo período, a educação no Brasil consistia apenas nas chamadas Aulas Régias, com aulas de Latim, Grego e Retórica feitas por professores vitalícios e despreparados; sendo que este novo sistema gerou o verdadeiro caos no processo de ensino no território brasileiro.
O estudo da História da Educação é importante devido o seu potencial formativo, autor reflexivo e cognitivo. Ou seja, o estudo da história da educação tem a capacidade de fazer com que os alunos raciocinem de forma a compreender o porquê de se estudar determinada matérias e temas.
Como resultado desse movimento de idéias, surge o compromisso do Império, na Constituição de 1824, em assegurar "instrução primária e gratuita a todos os cidadãos", confirmado logo depois pela Lei de 15 de outubro de 1827, que determinou a criação de escolas de primeiras letras em todas as cidades, vilas e vilarejos, ...
A história da educação é disciplina de alta relevância na formação do professor, tendo em vista possibilitar aos discentes uma percepção crítica acerca de passado com foco nos reflexos do presente, levando em consideração que o processo histórico está em constante evolução, e deve ser ressignificado de acordo com as ...
Os jesuítas criaram as primeiras escolas quando aqui chegaram em 1549, com o objetivo de formar sacerdotes e catequizar o índio, dedicando-se também à educação da elite nacional. A Companhia de Jesus foi uma instituição criada essencialmente para fortalecer e defender a Igreja.
Uma dessas principais mudanças sociais que influenciou a área da educação foi a chegada das tecnologias de comunicação e informação. A evolução da tecnologia possibilitou mais que a conexão de computadores, ela viabilizou novas formas de conexões entre as pessoas, as culturas e os diversos grupos.
O fomento ao tecnicismo a partir de 1937.
Foi criado o ensino médio profissionalizante, centrado na educação industrial, comercial e agrícola, que passou a ter uma duração reduzida nos mesmos moldes do supletivo, apenas dois anos.
Mas as diferenças entre as escolas antigas e atuais não se resumem apenas a tecnologia. Do papel do professor ao protagonismo do aluno, passando pelo método de ensino e o perfil curricular, as escolas antigas e atuais têm muitas diferenças, que foram aumentando com a chegada de metodologias de ensino inovadoras.
Educação moderna
Foi esse modelo de educação escolar centrado na figura do professor como transmissor do conhecimento que se expandiu ao longo dos séculos XVIII e XIX, impulsionado pela Revolução Industrial e a consequente urbanização e aumento demográfico.
Para ele, a finalidade da educação deve ser a formação do caráter e o desenvolvimento físico, moral e intelectual.
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