Existem quatro grandes grupos de instrumentos de comando e controle: padrões, estudos de impacto ambiental, licenciamentos e zoneamento.
De modo geral, são três os instrumentos utilizados pela política ambiental: Comando-Controle, econômico e comunicação. O instrumento Comando-Controle, como foi aludido anteriormente, estabelece normas, regras e procedimentos de produção e utilização dos recursos, sob penalidade do não cumprimento de tais medidas.
INSTRUMENTOS DE GESTÃO AMBIENTAL: Caráter público. Os INSTRUMENTOS de políticas públicas ambientais podem ser explícitos ou implícitos. Explícitos: são criados para alcançar efeitos ambientais benéficos específicos. Implícitos: alcançam tais efeitos pela via indireta, pois não foram criados para isso.
São instrumentos da PNMA, entre outros, o estabelecimento de padrões de consumo, o arbitramento dos conflitos ambientais, a outorga coletiva dos recursos hídricos, o zoneamento ambiental e a avaliação de impactos ambientais.
Os instrumentos de comando e controle são caracterizados pela atuação do poder público no estabelecimento de padrões e no monitoramento da qualidade ambiental, de forma que o poder público regula as atividades e aplica sanções e penalidades, por meio de legislação e normas.
Os instrumentos de comando e controle visam o gerenciamento da produção de poluentes através de penalizações impostas aos agentes poluidores como forma de modular sua geração de resíduos.
No âmbito do meio ambiente urbano, os principais instrumentos de planejamento ambiental são o Zoneamento Ecológico-Econômico - ZEE, o Plano Diretor Municipal, o Plano de Bacia Hidrográfica, o Plano Ambiental Municipal, a Agenda 21 Local, e o Plano de Gestão Integrada da Orla.
Os instrumentos econômicos (IEs) estão sendo usados em muitos países para melhorar a qualidade ambiental. Estas abordagens abrangem uma ampla gama de mecanismos possíveis. Em um extremo, incluem multas ou sanções que são ligadas aos tradicionais regulamentos do tipo “comando e controle” (C&C).