Foram identificadas as seguintes consequências: fraturas, imobilização, lesões de tecidos moles, contusões, entorses, feridas e abrasões, lesões musculares e neurológicas, surgimento de outras doenças, dor, declínio funcional e da atividade física, atendimento médico, hospitalização, reabilitação, medo de cair, ...
Quais as causas das quedas dos idosos? Entre as principais causas de quedas na terceira idade, estão os fatores relacionados ao envelhecimento, como diminuição da visão, fraqueza na musculatura e alterações no equilíbrio.
Isso porque a falta de mobilidade e a dependência, características de um período pós-queda, podem acarretar em acúmulo de secreções nos pulmões, pneumonia, distúrbios gastrointestinais, infecção do trato urinário, diminuição do fluxo sanguíneo, osteoporose, AVC e até demência.
Osteoporose, fraturas anteriores, uso de anticoagulante e discrasias sanguíneas são algumas das condições que podem agravar o dano decorrente de queda. 5.1.1. Fatores de risco para queda a) Demográfico: crianças < 5anos e idosos > 65 anos. b) Psico-cognitivos: declínio cognitivo, depressão, ansiedade.
As causas são várias e incluem aspectos como comprometimento da marcha e das habilidades cognitivas, dificuldade de enxergar, mobilidade reduzida por perda muscular, uso de medicamentos inapropriados, presença de diversas doenças simultaneamente (caso de diabetes, artrose, osteoporose, Parkinson…), além de desajustes ...
Quanto mais frágil o idoso, mais suscetível a quedas. Manobras posturais e obstáculos ambientais que não são problemas para idosos mais saudáveis podem, no entanto, transformar-se em séria ameaça à segurança e mobilidade daqueles com alterações no equilíbrio e marcha.
Dentre as alterações funcionais nos idosos podem ser citadas: alterações anatômicas; alterações do sistema cardiovascular; alterações do sistema respiratório; alterações renais; alterações ósseas; alterações do sistema muscular e articular; alterações do sistema nervoso; entre outras.