A região Nordeste do Brasil mantém, em termos médios, problemas sociais históricos: defasagem e pouca diversificação da agricultura e indústria, grandes latifundiários, concentração de renda, agravados no sertão nordestino pelo fenômeno natural de secas constantes (ver: Polígono das secas).
Um dos principais problemas do Nordeste é a desigualdade socioeconômica, motivada pela distribuição de renda desigual. Outros agravantes são as altas taxas de mortalidade infantil e o reduzido serviço de saneamento ambiental.
Uma ótima infraestrutura e o clima quente o ano inteiro coloca o nordeste brasileiro entre as grandes rotas do turismo mundial. Oito dos nove estados são banhados pelo mar onde a extensa orla é caracterizada pela paisagem singular dos coqueiros.
Maranhão (52,2%), Amazonas (47,4%) e Alagoas (47,2%) tinham os maiores percentuais de população abaixo da linha de pobreza em 2019 em termos percentuais.
O ano de 2022 inicia para o Amapá com a triste marca de liderar o ranking da pobreza no país. O feito alcançado, segundo o IBGE, foi entre o primeiro trimestre de 2019 e janeiro de 2021, quando o Estado alcançou 56% da população.
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Possui quase 50 milhões de habitantes e é a região geográfica do Brasil com o maior número de estados. É composta de nove estados, sendo que todos são banhados pelo oceano Atlântico. O Nordeste é bastante conhecido pelo calor e também pelas praias, que correspondem a uma extensão de 3.338 km.
A região Nordeste do Brasil apresenta particularidades que a diferencia de outras regiões. Apresenta clima em sua maioria tipo semiárido, em que apresenta como principais características: solos rasos e pedregosos, estacionalidade climática acentuada, elevada taxa de evapotranspiração e relevo variável (ARAÚJO, 2011).
As maiores economias da Região Nordeste são, respectivamente, Bahia, Pernambuco e Ceará, estados que concentram, juntos, 9% do PIB nacional. Já os estados nordestinos com maior PIB per capita são Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe, seguidos por Bahia, Ceará, Paraíba, Alagoas, Piaui e Maranhão.
A região Nordeste do Brasil mantém, em termos médios, problemas sociais históricos: defasagem e pouca diversificação da agricultura e indústria, grandes latifundiários, concentração de renda, agravados no sertão nordestino pelo fenômeno natural de secas constantes (ver: Polígono das secas).
A principal causa para a desertificação do Nordeste é o desmatamento que acontece nessa região desenfreadamente. A desertificação do solo é dos problemas ambientais mais graves que afetam a região nordeste do Brasil, assim como de aproximadamente 15% das terras cultiváveis do globo terrestre.
Segundo o mapeamento, feito com dados de 2015, pobreza e violência são os aspectos mais vulneráveis de ambas regiões que, juntas, abrigam 74 milhões de habitantes. Em 2015, 30,4% dos moradores do Norte e 33,1% dos nordestinos estavam abaixo da linha de pobreza contra a média nacional de 17,6%.
O Nordeste brasileiro representa a primeira zona de povoamento criada pelos conquistadores portugueses, que iniciaram a colonização a partir do litoral nordestino, que favorecia a ocupação em razão da presença de melhores condições naturais, como uma porção litorânea vastamente recortada, ideal para a navegação de ...
A economia da região Sudeste é a mais desenvolvida com relação às demais regiões brasileiras. No Sudeste, está localizado o principal centro industrial do Brasil, o estado de São Paulo, assim como as três maiores economias estaduais do Brasil, respectivamente, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.
Região Sul
Florianópolis é a capital do estado de Santa Catarina, um dos três estados da Região Sul. A Região Sul é menor região em extensão territorial do país, com uma área de, aproximadamente, 576.774 km2.
A Região Nordeste do Brasil apresenta diversas configurações quanto aos aspectos naturais dos principais elementos da natureza tais como relevo, vegetação, clima, hidrografia, devido a essas variações essa região foi regionalizada ou dividida em sub-regiões, são elas zona da mata, meio-norte, agreste e sertão.
A população nordestina é composta etnicamente por 62,5% de pardos; 29,2%, de brancos; 7,8% de negros e 0,5% de indígenas. Apesar da região possuir uma população absoluta elevada, existem vazios demográficos. Desse modo, a densidade demográfica refletida por essa população é de 34,1 habitantes por quilômetro quadrado.
A região Norte é bastante conhecida por dois aspectos principais: é a maior região do Brasil em termos de extensão territorial e é a que concentra a maior biodiversidade graças à existência da Floresta Amazônica. Mais da metade dessa floresta está localizada no território brasileiro.
As manifestações culturais que mais se destacam na região nordeste do Brasil são: festas juninas, Reisado, poesia popular, artesanato, capoeira, frevo, culinária e muitas manifestações religiosas cristãs e afro-brasileiras.
É conhecida como o berço do Brasil, pois foi a primeira região do País a ser ocupada pelos colonizadores. É também um lugar de grandes contrastes sociais, conhecido pela diversidade do seu povo, rica cultura, clima quente e belas praias.
A região Sul do Brasil tem como uma de suas características a forte presença europeia em seu processo de colonização e povoamento. Assim, possui traços europeus marcantes na arquitetura, na culinária, na população e até no clima, pois é a única do país cujos estados estão abaixo do Trópico de Capricórnio.
O Maranhão é o Estado com a maior proporção de habitantes vivendo em extrema pobreza, segundo os dados de 2020 do IBGE. Também é onde estão algumas das cidades mais pobres do Brasil.
Maranhão é o estado mais pobre do Brasil em relação ao índice de desigualdade social, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que apontou que a renda per capita é inferior a R$ 255,00 mensais. As principais atividades econômicas do Maranhão são a agricultura e pecuária.
Uma Indústria potente tem efeitos em toda a sociedade organizada daquele estado que se reflete em melhora de renda e qualidade de vida. Um dos grandes problemas enfrentados pelo Maranhão é a baixa quantidade de trabalhadores no setor formal da economia, sendo que o índice de informalidade chega a 62,9% no estado.
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