O gerundismo é o uso inadequado do gerúndio e se tornou um vício de linguagem. ... O gerundismo dá a ideia de um futuro em andamento, uma ação duradoura que não será finalizada nunca; já o gerúndio usado na forma adequada, dá ideia de uma ação em andamento.
Se a idéia não for de continuidade, de simultaneidade (mais comuns), repetição, intensidade ou progressão, não há motivos para usar o gerúndio. Perceba que nos exemplos de uso incorreto do gerúndio há um excesso de formas verbais, desnecessárias: vamos + estar + encaminhando.
Isso acontece porque geralmente usamos essa forma nominal do verbo para não cometer algum erro, fenômeno conhecido como hipercorreção, ou por não sabermos modalizar o discurso para evitá-lo.
Porque em Portugal não se usam os verbos no gerúndio? Não é correto afirmar que em Portugal não se usam os verbos no gerúndio. ... Assim, se o verbo auxiliar for o verbo estar, a construção perifrástica indica uma ação durativa que decorre num momento específico (ex.: «Ele estava a estudar/estudando, hoje de manhã»).
Errado: Um minuto, que eu vou estar verificando seu cadastro." Nesta construção emprega-se erradamente o gerúndio "vou estar verificando" para uma ação que indica um processo que se finaliza imediatamente ao momento da fala. Logo, o correto é: Um minuto, vou verificar seu cadastro."
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O gerundismo dá a ideia de um futuro em andamento, uma ação duradoura que não será finalizada nunca; já o gerúndio usado na forma adequada, dá ideia de uma ação em andamento. Exemplos de Gerundismo: Eu vou estar anotando. Vou estar providenciando os documentos.
Exemplos de gerúndio simples
Antes da ação principal: Ouvindo a conversa dos filhos, a mãe entrou no quarto. Em simultâneo com a ação principal: Esperou rezando para que tudo se resolvesse. Depois da ação principal: O cantor terminou o show, seguindo para o camarim.
No Brasil, o gerúndio (com a terminação "ndo") é utilizado frequentemente na fala e na escrita, mas em Portugal há a ausência da conjugação verbal. Dessa forma, em vez dos portugueses perguntarem "Você está acordando?", eles perguntam "Tu estás a acordar?", substituindo o gerúndio por a + o verbo no infinitivo.
Por que: utilizado em perguntas. Exemplo: Por que não voltamos para a casa? Porque: utilizado em respostas. ... Por quê: utilizado em perguntas no fim das frases.
A alteração de pronúncia é o que mais evidencia as diferenças entre português de Portugal e do Brasil. Os brasileiros pronunciam as vogais átonas e tônicas com mais clareza, em decorrência da sua fala lenta. Já em Portugal é comum pronunciarem de forma clara apenas as vogais tônicas.
Provavelmente, você já deve ter escutado que devemos evitar o gerúndio na redação ao máximo, não é mesmo? Porém, a verdade é que apontaram como vilão de toda essa história, o que se chama de gerundismo. O gerundismo consiste no uso exagerado e repetitivo do gerúndio e é considerado um vício de linguagem.
Já o “gerundismo” tem como estrutura “estar + gerúndio”, que não está de acordo com a gramática normativa, e assim esse uso deve ser impedido para não comprometer a credibilidade do emissor da mensagem. Para evitar o emprego desse modismo, use o tempo verbal correto – o futuro do presente.
O certo é: O verbo deve ser expresso com o infinitivo ou simplesmente no futuro, conforme as formas a seguir: _eu vou ligar..., ou, mandarei..., ou, eu farei... . O verbo no Modo Indicativo em geral exprime ideias objetivas, não podendo, portanto, gerar uma dependência.
Quando os verbos são terminados em -ndo, como em falando, brincando, estudando e correndo, eles estão flexionados no gerúndio, cuja principal característica é indicar uma ação contínua, ou seja, uma ação que está em andamento, não finalizada no momento em que se fala.
Com o telemarketing o "gerundismo" instituiu-se como sendo um padrão mais educado de passar as informações para o cliente. Os operadores sentem que transmitem uma linguagem mais formal e mais culta. Errado! O uso do tempo verbal no gerúndio em excesso não transmite objetividade, nem tão pouco prontidão no atendimento.
Porque é uma conjunção subordinativa causal ou explicativa, unindo duas orações que dependem uma da outra para ter sentido completo. Quando usar por que? Por que (separado e sem acento) pode ser usado para introduzir uma pergunta ou para estabelecer uma relação com um termo anterior da oração.
“O por que separado sempre pode embutir a palavra razão ou a palavra motivo ”, explica o professor. Isso vale para perguntas diretas - “Por que você não foi?" vira "Por que razão você não foi?" e "Por que você não pagou a conta?" vira "Por que motivo você não pagou a conta?".
Quando a conjunção ou é usada em enumerações com objetivo enfático: Pode vir quem vier: você, ou minha mãe, ou meu pai, ou minha avó, ou meu avô, ou o presidente, ou o papa. Ninguém me fará mudar de ideias!
O porque, junto e sem acento, é utilizado principalmente em orações de resposta e/ou explicações. Tem como objetivo indicar a causa de algo ou a explicação de alguma coisa. Pode ser substituído por pois, visto que, uma vez que, entre outros.
O português é a única língua oficial da Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe, além de também ser falada em outros países, como na Guiné Equatorial, Timor-Leste e Macau. Como você sabe, uma mesma língua é falada de diferentes maneiras.
A palavra “onde” é usada para se referir a um lugar, o equivalente a “em que”. Já “aonde” é a combinação da preposição “a” com o advérbio ou pronome relativo “onde”.
Assim como ocorre com outros vícios de linguagem, é difícil saber exatamente como surgiu o gerundismo. A hipótese mais aceita é que a mania é uma adaptação de uma estrutura da língua inglesa, que se espalhou no Brasil através do telemarketing.
Verbos no GerúndioVerbo amar: amando.Verbo caminhar: caminhando.Verbo conversar: conversando.Verbo chamar: chamando.Verbo convidar: convidando.Verbo vender: vendendo.Verbo fazer: fazendo.Verbo agradecer: agradecendo.
As formas nominais do verbo são: Infinitivo: forma que expressa a ação em si. Gerúndio: forma queexpressa o processo da ação. Particípio: forma que expressa o resultado da ação.
O gerúndio, assim como as demais formas nominais, é formado pelo tema (radical + vogal temática) e, em seu caso específico, acrescido da desinência -ndo. V. Falado, corrido, aceito, entregue e escrito são exemplos de verbos flexionados no gerúndio.
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