A inatividade física é responsável por uma em cada dez mortes por doenças como problemas cardíacos, diabetes e câncer de mama e do cólon, diz o estudo. Os pesquisadores dizem que o problema é tão grave que deve ser tratado como uma pandemia.
OMS divulga guia para combater sedentarismo, que mata até 5 milhões por ano.
O estudo concluiu que o estilo de vida sedentário é associado ao risco aumentado de Diabetes, de doença cardiovascular e de morte. A baixa capacidade aeróbica foi associada ao aumento da mortalidade. Assim, o efeito do sedentarismo sobre a mortalidade é menor apenas que o impacto do fumo.
Três a cada 100 mortes no Brasil podem ter sido influenciadas pelo sedentarismo. Segundo o Ministério da Saúde, no Brasil, três a cada 100 mortes podem ter sido influenciadas pelo sedentarismo.
Segundo um artigo publicado na revista da Associação Brasileira de Cardiologia, indivíduos pouco ativos apresentam um risco de 20% a 30% maior de morte em comparação a indivíduos fisicamente ativos. O médico do esporte enfatiza que ter uma vida mais ativa é essencial para evitar o aparecimento de doenças crônicas.
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O sedentarismo está por trás de 13,2% das mortes no Brasil, segundo uma pesquisa publicada pela revista médica Lancet. No País, a inatividade é a causa de 8,2% dos casos de doenças cardíacas, 10,1% dos casos de diabetes tipo 2, 13,4% dos casos de câncer de mama e 14,6% dos casos de câncer de cólon.
Mais de 60% dos brasileiros estão sedentários durante a pandemia, diz estudo. A principal atividade física praticada pela maior parte dos brasileiros durante a pandemia é o revezamento entre sentar-se em frente à televisão e ao computador.
IBGE: 40,3% dos adultos são considerados sedentários no Brasil | Agência Brasil.
A realidade brasileira
De acordo com dados do IBGE 2017, estes são os principais motivos pelos quais os brasileiros não praticam atividades físicas: 51% não se exercitam por falta de tempo. 20,3% por problemas saúde ou pela idade avançada. 13,9% por não gostarem ou não terem vontade.
Do ponto de vista de consumo de energia, o comportamento sedentário se refere à realização apenas de atividades que não aumentam o gasto de energia substancialmente acima do nível de repouso, tais como dormir, manter-se sentado e à frente da televisão, por exemplo.
Não possuíam uma casa, por exemplo, como a grande maioria das pessoas hoje. Esses grupos de pessoas viviam da caça de animais e da coleta de alimentos. Por isso, sempre que o alimento se tornava escasso em uma região, eles partiam para outra.
Disfunção causada pela ausência de atividades físicas
O principal efeito dessa disfunção é a redução no desempenho do organismo e, consequentemente, o surgimento de doenças. Atualmente, o sedentarismo é considerado um problema mundial de saúde pública.
De acordo com o Ministério da Saúde, 47% dos brasileiros adultos não chegam a praticar 75 minutos de atividade física intensa ou 150 minutos de exercícios moderados durante a semana, como recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
Uma pesquisa aponta que a adesão do brasileiro às atividades físicas é baixa. Mais de 30% da população é sedentária.
Brasil está no ranking dos mais sedentários do mundo. A ausência ou redução de atividades físicas são comportamentos que caracterizam uma pessoa sedentária.
Estatísticas da OMS mostram que um em cada quatro adultos e quatro em cada cinco adolescentes não praticam atividade física suficiente. Globalmente, estima-se que isso custe US$ 54 bilhões em assistência médica direta e outros US$ 14 bilhões em perda de produtividade.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda a prática de atividades físicas. De acordo com dados da organização, há um crescimento do sedentarismo: 70% das pessoas, no mundo todo, são sedentárias.
Não há evidências para classificar o comportamento sedentário, mas as pessoas devem tentar limitar o tempo sedentário diário e substitui-lo por atividades físicas, alertam as diretrizes. O documento reforça que toda atividade física conta e é boa para a saúde a longo prazo.
Ainda nessa lógica, os graus de sedentarismo são divididos desta maneira: nível 1: você faz eventuais caminhadas em seu cotidiano, mas fica por isso mesmo. Nenhuma atividade realmente intensa é realizada; nível 2: você vai ao mercado, carrega algumas sacolas e nada mais.
O primeiro caso ocorre quando a pessoa não atinge os 150 minutos de atividade semanais recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Já o sedentarismo consiste em permanecer muito tempo em atividades na posição de repouso, como sentado ou deitado.