Construir conhecimento é uma atividade inerente ao ser humano. Todos os indivíduos, no âmbito organizacional, têm diferentes necessidades informacionais para desenvolverem suas atividades. Para compreender as necessidades informacionais que cada indivíduo possui, resgatamos os cinco anéis de Wurman(2):
O conhecimento resulta da interação do sujeito com o objeto. O desenvolvimento cognitivo ocorre pela assimilação do objeto de conhecimento a estruturas próprias e existentes no sujeito e pela acomodação dessas estruturas ao objeto da assimilação.
O sujeito constrói seu conhecimento na interação com o meio tanto físico como social. Essa construção depende, portanto, das condições do sujeito, indivíduo sadio, bem-alimentado, sem deficiências neurológicas etc.
Considera-se como construção o ato de construir algo, e, como ato ou ação a terceira fase do processo da vontade. Ante um objeto que mobilize o sujeito vão ocorrer três etapas: a deliberação, a decisão e por fim, a execução.
Segundo Piaget, o conhecimento não está no sujeito-organismo, tampouco no objeto-meio, mas é decorrente das contínuas interações entre os dois. Para ele, a inteligência é relacionada à aquisição de conhecimento na medida em que sua função é estruturar as interações sujeito-objeto.
Quando pensamos sobre o que é aprender, associamos o conceito à capacidade de adquirir algum tipo de conhecimento. Esse processo ocorre de diferentes maneiras, como a observação direta, raciocínio, hábito, estudo e, mesmo, por meio da convivência com outras pessoas.
O conhecimento é o conjunto de informações que o indivíduo adquire por meio da sua experiência, aprendizagem, crenças, valores e insights sobre algo no decorrer da sua trajetória. ... O conhecimento é capaz de transformar vidas e, se utilizado devidamente, contribui significativamente para a construção de um mundo melhor.
Questionar é essencial para o conhecimento. A curiosidade gera dúvidas que quando colocadas em prática levam a solução. A observação também é um ponto importante para adquirir conhecimento.
Para ele, o processo de transformar informação em conhecimento só é possível a partir de três passos. Seleção (Filtrar o que interessa em meio às possibilidades.) Abordagem modesta (“Humildade para dizer ‘não entendi’, mas quero entender, vou atrás.”)
Na fase de conhecimento, o juiz recebe os fatos e os fundamentos jurídicos dos envolvidos na causa para reunir as informações necessárias para análise. Nesta fase, as provas de ambos os lados são apresentadas e, se houver necessidade, há audiências para ouvir as partes e as testemunhas.
O Processo educacional nos dias atuais vem sofrendo seguidas modificações. Não podemos nos esquecer que existem as múltiplas *inteligências bem como a interação social estabelecida entre os indivíduos, exercendo fator fundamental para o pleno desenvolvimento totalitário do ser.
Para Carnelutti e Chiovenda a efetividade é a real finalidade do processo, o escopo do processo, assim, é a justa composição da lide (solução desta). Todas as normas de direito processual são de ordem pública, pois destinam-se à regulamentação da prestação jurisdicional do Estado.
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