Para o senhor de engenho a compra de escravos significava um gasto de dinheiro considerável e, portanto, não desejava perdê-los, qualquer que fosse o motivo: fuga ou morte, inutilização, por algum acidente ou por castigos aplicados pelos feitores. A perda afetava diretamente as atividades do engenho.
Os escravos eram tratados pelos seus senhores de maneira desumana: não havia nenhum tipo de direito para os escravos, eles trabalhavam por muitas horas durante o dia e sob péssimas condições; não possuíam cuidados médicos e viviam amontoados nas senzalas.
163/164) com o intuito de serem condenados a qualquer tipo de galés. Ainda na busca de dias melhores, para livrar-se do serviço costumeiro, ou até por uma melhor alimentação, os escravos cometiam pequenos delitos ou descaradamente desobedeciam às ordens de seus senhores, para serem recolhidos na prisão.
Os senhores de engenho eram o grupo dominante na sociedade açucareira. Eram os donos das terras, das máquinas e até dos homens! Possuíam muita riqueza e prestígio. Eles tinham poder sobre todos os habitantes do engenho: do padre aos escravos, além dos familiares e dos trabalhadores livres.
Trabalhando com esses elementos a classe tem a oportunidade de entrar em contato com uma outra perspectiva sobre o assunto. A imagem do senhor de escravos como um irremediável tirano não condiz com as reflexões pautadas em ambos os momentos históricos privilegiados em tal discussão.
A imagem do senhor de escravos como um irremediável tirano não condiz com as reflexões pautadas em ambos os momentos históricos privilegiados em tal discussão. Ao mesmo tempo, os discentes, com devido auxílio do mestre, tendem a perceber que a noção de punição, tortura e violência sofrem alterações diversas ao longo do tempo. Não pare agora...
São donos do destino, de tudo, e é isso que caracteriza verdadeiramente o escravo, a sua despersonificação. Ele só é considerado uma pessoa quando se torna cristão. Quando falamos de escravos, vêm-nos ao pensamento imagens de correntes, grilhões, argolas de ferro.
Ali descrevia, por exemplo, as condições «apocalípticas» em que os escravos viajavam a bordo dos navios negreiros. Agora acaba de lançar Escravos em Portugal. Das origens ao século XIX (Esfera dos Livros), onde, além de tratar a questão do ponto de vista da História, revela episódios individuais com abundância de pormenores.
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