O Preposto deve conhecer também todos os aspectos do contrato de trabalho do empregado, seus direitos trabalhistas, saber sobre a sua rotina, seus hábitos, horários e sua exata função na empresa.
O preposto em audiência representa a empresa e o que ele disser ou não disser (quando deveria) caracteriza confissão, ou seja, as declarações do preposto compromete e responsabiliza a empresa, conforme dispõe o termo final do parágrafo citado acima "...e cujas declarações obrigarão o proponente".
Preposto pode mentir (testemunhas nunca); Nunca pode falar que não sabe sobre alguma coisa que foi perguntada. Se não souber o que falar, deve responder o que achar que será menos gravoso à empresa. Exemplo: O juiz pergunta “que horas o reclamante começava a trabalhar?”.
Nesse caso você deverá perguntar: – Usava fretado? (Sim). – Que horas o fretado saía? (Uma hora depois do fim da jornada). – A empresa dá opção de vale transporte? (Não). Faça isso para todos os pontos controvertidos que a parte tem condições de confessar em depoimento.
A condição para representar a empresa nas audiências é que tenha conhecimento dos fatos, não por ter visto ou presenciado, mas por informações que podem ter chegado ao seu conhecimento. O preposto é figura parcial e defende os interesses de quem representa.
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O representante da empresa deve ser formalmente nomeado e ter em mãos a “Carta de Preposição” no momento da audiência, além de um documento de identidade e cópia do contrato social da empresa. Em alguns casos é necessário também que o Preposto seja empregado na empresa reclamada com carteira de trabalho registrada.
O preposto é o representante da pessoa jurídica que, credenciado e habilitado, por instrumento público ou particular, possui poderes para representar o seu representante legal na prática de atos como, por exemplo, na realização de audiências.
Não fazer perguntas abertas, pois pode prejudicar seu cliente. Saber ao certo o que você precisa saber com o depoimento daquela testemunha, para corroborar sua tese defensiva. Elaborar também perguntas objetivas, não dar margem para subjetividade. A depender da situação não fazer perguntas.
O comportamento do preposto que usa de mentira em juízo pode render a ele uma condenação por litigância de má-fé com pena pecuniária no valor equivalente a 9% do valor corrigido da causa, nos termos do artigo 88 do Novo CPC.
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