Decadência. A partir do século VII se inicia a decadência de Axum, primeiro devido à instabilidade comercial causada pelas disputas entre bizantinos e os persas do Império Sassânida e, após 632, pela expansão dos domínios dos árabes muçulmanos.
Conseguiu também terras férteis que possibilitaram a agricultura e a pastagem de alguns bovinos. Para administrar e controlar o fluxo comercial desta região, o reino de Axum cunhou sua própria moeda também, chegando a estabelecer trocas comerciais com a Índia e a China.
O Reino de Axum desenvolveu-se entre a Idade Antiga e a Idade Média, na região da atual Etiópia, no continente africano.
A localização de Aksum, entre o mar Vermelho e o rio Nilo, ajudou a transformar o império em um dos mais importantes e ricos centros comerciais da época. Entre os produtos que circulavam por seus portos estavam marfim, couro de hipopótamo, perfumes, ouro e animais. O reino também era famoso por sua arquitetura.
O comércio era intenso e a arquitetura, com destaque para as estelas , é marca importante da cultura axumita. A posição do Reino no mundo comercial da época era a de uma potência mercantil de primeiro plano.
27 curiosidades que você vai gostar
O Reino de Axum
No século IV a. C., após sofrer vários ataques de povos vizinhos, os kushitas foram dominados pelo Reino de Axum (atual Etiópia). Os axumitas realizavam um dinâmico comércio com o Mediterrâneo, Mar Vermelho, oceano Índico, Pérsia, Arábia, Índia, Bizâncio, entre outros.
Sobre as questões propriamente ditas, o Reino de Axum possuía conexões com as culturas grega, egípcia e árabe, tanto pelo comércio, quanto pela sua posição geográfica, tendo adotado o cristianismo no primeiro milênio da Era Cristã, mais precisamente no século IV.
- A língua falada no Reino Axum era o Gueês, antiga língua semítica. - O sistema político que vigorou no Reino Axum foi uma espécie de monarquia, tendo o Negus como rei e detentor de grande poder político. - A arquitetura axunitas teve grande desenvolvimento. Eles construíram templos, igrejas e palácios.
Origem do Império de Axum
A região de domínio do império de Axum é a região onde hoje se encontra a Etiópia, país localizado na África. Há registros que indicam a existência de uma civilização pré-axumita, denominada Da amat, formada na maioria por imigrantes sebeus, provindos do sul da Península Arábica.
Além das Igrejas, várias outras construções do reino de Axum são notáveis, tais como obelisco, imensas torres de pedra, tumbas e outros templos na época anterior à conversão ao cristianismo. ... Uma das características desta fase é a construção das famosas onze Igrejas, que foram esculpidas em rochas, no solo.
Os principais disseminadores da cultura brasileira são os colonizadores europeus, a população indígena e os escravos africanos. Posteriormente, os imigrantes italianos, japoneses, alemães, poloneses, árabes, entre outros, contribuíram para a pluralidade cultural do Brasil.
O maior império da história começou por volta do século 8 a.C., na região do rio Tibre, a partir de pequenos assentamentos latinos que, sob influência de povos vizinhos, se tornaram cidades, dando início a um regime monárquico.
O Império do Mali foi um estado grande e rico que existiu na África ocidental do século XIII ao XVI. Expandiu-se a partir de um pequeno reino chamado Cangaba, às margens do rio Níger, para uma vasta área que incluía algumas das mais importantes regiões comerciais da época. ... O Mali era um reino do povo malinqué.
Recebe o nome de Império de Axum o antecessor natural do Império da Etiópia, que existiu por volta do século IV a.C. até o primeiro século da atual era.
3. O significado da Estela axumita é ser "indicadores" para câmaras funerárias subterrâneas. O maior desses marcadores de tumba era usado para câmaras funerárias reais e era decorado com janelas falsas de vários andares e também com portas falsas, enquanto a nobreza tinha estalas menores e menos decoradas.
"É uma parte importante do patrimônio da Etiópia. O obelisco é "uma lembrança para nós da guerra do sofrimento, da pilhagem e da crueldade fascista para com nosso povo. Sua volta nos permite curar as feridas", disse a deputada Netsanet Asfaw.
Quase todos os textos do antigo período axumita são de natureza cristã, muitos deles traduções do grego, siríaco e posteriormente do árabe. A tradução da bíblia cristã foi feita por monges sírios conhecidos como os nove santos , que foram à Etiópia no século V fugindo da perseguição dos monofisistas bizantinos.
grupo meridional da família semita. É a língua dos axumitas. do século V, a bíblia foi traduzida para o geês.
Um dos mais interessantes é o da língua verde, ou língua dos pássaros, utilizada pelos alquimistas, e considerado um idioma perfeito, o único no qual seria possível expressar os mistérios mais profundos da existência.
Os axumitas estabeleceram-se na região por volta do século V a.C., na cidade de Axum, e passaram a conquistar outras áreas próximas, cobrando tributos dos povos derrotados. A partir do século II, conquistaram várias cidades da Península Arábica e o Reino de Cuxe, ampliando consideravelmente seu Império.
A região era dividida em reinos e impérios. Na África Oriental, havia o Império de Gana, que durou do século 8 ao 11 e era baseado no comércio de ouro; e o do Mali, que durou do século 13 ao 18 e tinha como força o comércio de sal, ouro, especiarias e couro.
A língua amárica (አማርኛ āmariññā), também conhecida como Língua Etíope, é uma língua semítica do tronco das línguas afro-asiáticas. É o idioma oficial da Etiópia, com cerca de 21 milhões de falantes nativos e não nativos.
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