O processo saúde-doença é um conceito central da proposta de epi- demiologia social, que procura caracterizar a saúde e a doença como componentes integrados de modo dinâmico nas condições concretas de vida das pessoas e dos diversos grupos sociais; cada situação de saúde específica, individual ou coletiva, é o ...
O processo saúde-doença acontece ao longo da vida e é influenciado pela lógica de produção econômica, pelos aspectos históricos, sociais, culturais e biológicos, pela forma como se entende a saúde e a doença e pelo desenvolvimento científico da humanidade (Sabroza, 2007).
O processo saúde-doença é uma expressão usada para fazer referência a todas as variáveis que envolvem a saúde e a doença de um indivíduo ou população e considera que ambas estão interligadas e são consequência dos mesmos fatores.
Ações da páginaFase inicial ou de susceptibilidade. ... Fase patológica pré-clínica – Nessa fase a doença ainda está no estágio de ausência de sintomatologia, embora no organismo já apareçam alterações patológicas. ... Fase clínica – corresponde à expressão clínica da doença, sendo que ela já se encontra em estágio avançado.
No final do século XIX nasce a revolução pasteuriana com o reconhecimento da existência de microorganismos causadores de doença, o que dá origem a introdução de soros e vacinas. Fatores etiológicos até então desconhecidos estavam sendo identificados; as doenças agora poderiam ser prevenidas e curadas.
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História natural da doença – período inicial da patogênese ou de incubação, período prodrômico, período manifestação clínicas e evolução (cura, cronicidade).
Resumindo, a doença foi vista, pelos primitivos, como resultado de alguma coisa misteriosa, introduzida no corpo da vítima, ou como decorrência de atos má- gicos realizados por deuses ou por feiticeiros.
Com esse novo modelo de atenção à saúde, se coloca uma nova concepção do processo saúde-doença que ultrapassa a visão hospitalocêntrica, na qual as necessidades em saúde, em geral, são consideradas como a falta de hospitais, ambulatórios, medicina tecnológica; para uma visão mais social, abrangendo, também, a falta de ...
Processo Saúde-Doença: entendaAgente ou fatores etiológicos: o que causa da doença. Um vírus, por exemplo.Hospedeiro: homem ou animal que podem ficar doentes.Meio ambiente: espaço onde ocorre ou pode ocorrer a infecção do hospedeiro pelo agente.
Nesses milhares de anos a patologia passou por cinco fases distintas.
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Três mil anos de estudo: a história da patologiaFase Humoral (da Idade Antiga ao final da Idade Média): ... Fase Orgânica (do século XV ao XVI): ... Fase Tecidual (do século XVI ao XVIII): ... Fase Celular (século XIX): ... Fase Ultracelular (século XX):
A Organização Mundial de Saúde (OMS) define saúde não apenas como a ausência de doença, mas como a situação de perfeito bem-estar físico, mental e social. Essa definição, até avançada para a época em que foi realizada, é, no momento, irreal, ultrapassada e unilateral.
Em meio a tantas tentativas de se pensar em um conceito, a Organização Mundial da Saúde (OMS) propôs uma definição de saúde que considerava ser universalmente aceita. Divulgada em 1948, definia que saúde “é o estado do mais completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de enfermidade”.
Assim, a idéia de equipe de saúde aparece respaldada principalmente pela noção de atenção integral ao paciente, tendo em conta os aspectos preventivos, curativos e de reabilitação que deveriam ser contemplados a partir dos conceitos de processo saúde-doença, de história natural das doenças e da estratégia de integração ...
Modelos explicativosBiomédico: prioriza o diagnóstico e a cura;Processual: considera a relação do meio ambiente com o corpo;Sistêmico: todas as áreas se relacionam entre si, e quando há uma desarmonia, afetam os demais;Mágico-religioso: os deuses estabelecem a doença e a cura; e.
Comumente tem três estágios: inicial ou leve, moderado e avançado ou grave. Em fases iniciais as dificuldades não são constantes, há momentos que o paciente pode parecer normal, capaz de fazer algumas atividades adequadamente, e em outras suas limitações ficam claras.
Idade Moderna (Séculos XV ao XVIII)
Iniciam-se estudos sobre o sistema nervoso e se descobrem áreas específicas no cérebro responsáveis por diferentes funções, bem como a existência dos neurônios. Em 1796, registrase a primeira vacina (contra a varíola). Doenças passam a ser mais bem descritas.
Nas sociedades primitivas, a doença era vista como resultado de alguma coisa misteriosa introduzida no corpo da vítima, ou como decorrência de atos mágicos realizados por deuses ou feiticeiros.
“O que conhecemos como clínica médica surgiu há apenas cerca de 200 anos. Até então, os tratamentos eram quase sessões de exorcismo”, diz ele. De fato, os médicos jogavam baforadas de fumaça, produzida pela queima de tabaco, para expulsar a peste de seus pacientes.
Quando a medicina encontrava seu limite, doenças acabavam indo parar no domínio da religião e superstição. A Grande Peste foi vista tanto como praga divina quanto bruxaria.
As representações primevas de saúde e doença foram mágicas. Entre os povos sem escrita, a doença era vista como o resultado de influências de entidades sobrenaturais, externas, contra as quais a vítima comum, o ser humano não iniciado, pouco ou nada podia fazer.
PREVENÇÃO SECUNDÁRIA: detecção precoce da doença já estabelecida. Ex: exame citopatológico de colo uterino; mamografia de rotina. PREVENÇÃO TERCIÁRIA: reabilitação de quem já tem a doença clinicamente detectável. Ex: tratamento e cuidados após o tratamento.
PERÍODO DE PRÉ-PATOGÊNESE
Envolve, como já foi referido antes, as inter-relações entre os agentes etiológicos da doença, o suscetível e outros fatores ambientais que estimulam o desenvolvimento da enfermidade e as condições sócio-econômico-culturais que permitem a existência desses fatores.
Leavell & Clark, em 1965, propuseram o modelo da história natural da doença, composto por três níveis de prevenção (apud DEMARZO, 2008), descritos no Quadro 1: prevenção primária, secundária e terciária.
De acordo com Hudak e Gallo (1997) o papel do enfermeiro consiste em obter a história do paciente, fazer exame físico, executar tratamento, aconselhando e ensinando a manutenção da saúde e orientando os enfermos para uma continuidade do tratamento e medidas.
Oferece conforto e segurança aos pacientes. Quando trabalham em conjunto, os profissionais conseguem oferecer mais conforto para o paciente, possibilitando também que ele fique menos tempo internado. Em geral, as equipes conseguem elaborar um tratamento melhor e mais completo para quem está sob cuidados.
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