(1977a: s.v.), em quem Macambira se inspirou para elaborar os esque- mas de vozes, refinando-as com mais detalhamento, define a voz medial como aquela em que à forma ativa adjunge-se um pronome adverbal átono referente à pessoa do sujeito, indicando integração do sujeito na ação que dele parte.
A voz reflexiva é usada quando o sujeito gramatical pratica e sofre a ação verbal. Indica, assim, que o sujeito gramatical é ao mesmo tempo o agente e o paciente da ação. Apresenta, obrigatoriamente, um pronome oblíquo reflexivo (me, te, se, nos, vos, se).
As vozes verbais, ou vozes do verbo, são a forma como os verbos se apresentam na oração a fim de determinar se o sujeito pratica ou recebe a ação. Elas podem ser de três tipos: ativa, passiva ou reflexiva.
A diferença entre a voz ativa e a voz passiva é que na voz ativa o sujeito pratica a ação expressa pelo verbo e na voz passiva o sujeito sofre a ação expressa pelo verbo.
Nas orações indicativas de voz passiva, o sujeito sofre ou recebe a ação. Exemplo: O desenho foi feito pela menina. Na frase acima, "o desenho" é o sujeito que sofre/recebe a ação de ser feito.
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Ao contrário da voz ativa, a voz passiva evidencia o sujeito que sofre determinada ação (o chamado sujeito paciente). Logo, a voz passiva pode ser usada para evidenciar não o agente, e sim quem está sendo impactado por ela.
Na voz ativa, o sujeito pratica a ação. Exemplo: O menino tirou a foto. Na frase acima, “o menino” é o sujeito que pratica a ação de tirar a foto.
O que é ativa LGBT? Ativas são as mulheres com mais iniciativa na cama, que gostam de fazer sexo oral na parceira, penetrar com os dedos, brinquedos etc. Passivas são as que preferem manter uma postura mais submissa durante a relação sexual.
Na voz ativa o sujeito é o agente da oração, ou seja, a ação do verbo da oração é praticada pelo sujeito. Exemplos: Os alunos alugaram os livros.