O sistema de vácuo hospitalar é um mecanismo essencial que segue as normas da Agência de Vigilância Sanitária (ANVISA). O equipamento é responsável por garantir a absorção de líquidos ou escórias e também é completamente útil para centros cirúrgicos.
O Vácuo Clínico é fundamental para o funcionamento e higiene de uma unidade Hospitalar, pois com esse sistema é possível coletar líquidos e materiais contaminantes dos pacientes, diminuindo o risco de contaminação do profissional da saúde e os demais pacientes.
Com uma parte ligada a rede de vácuo, é criada uma pressão negativa no interior do frasco de vidro, que acaba coletando todas as secreções que estão envolvidas no sistema. O sistema de vácuo é fechado pela boia de segurança, que não permite que essas secreções vazem do interior do frasco.
Um sistema de vácuo eficiente é aquele que opera em pressão estável, sem vazamentos ou grandes variações de demanda. Qualquer desestabilização pode comprometer a qualidade da produção e aumentar o consumo de energia, já que a bomba de vácuo passa a trabalhar mais para compensar a mudança de cenário.
Ao contrário do que muitos pensam, não é qualquer tipo de oxigênio que os pacientes recebem quando estão de repouso no hospital. Um sistema de ar comprimido hospitalar é vital para que o paciente encontre a melhora no prognóstico indicado pelo profissional.
Quando estamos saudáveis, os 21% de oxigênio existentes no ar são suficientes para manter o corpo funcionando. Pulmões doentes exigem muito mais e é de um processo industrial que se extrai o oxigênio puro. O ar captado da atmosfera é filtrado, comprimido e resfriado. Depois é purificado com a retirada de contaminantes.
O sistema de vácuo hospitalar é usado em processos de sucção em centros cirúrgicos e outros ambientes de um hospital. Sua eficiência está diretamente relacionada à qualidade do ar, que deve ser minuciosamente monitorada – afinal, gases medicinais contaminados estão entre as principais causas de infecção hospitalar.